Olá amigos do Blog do Gamer, hoje estou de volta com mais uma análise de um remake, dessa vez é do jogo NBA Jam do Wii, mas que também está disponível para Xbox 360 e PS3. Curtam a análise, não se esqueçam de comentar e de clicar aqui para me ajudar em uma promoção. Confiram:
Gráficos - Os gráficos ficaram coloridos e vibrantes, com sombras e reflexos bem realistas e ao mesmo tempo deixando um ar cartunesco e nostálgico. Os jogadores ficaram bem parecidos, os uniformes ficaram bem feitos, assim como o estádio e a torcida. Os movimentos dos jogadores permaneceram intactos com relação ao game original, foram acrescentados apenas alguns efeitos que os deixaram com um visual melhor ainda. Nota: 9 - Cores vibrantes, visual meio cartunesco, jogadores com rostos e uniformes parecidos como são na vida real e movimentos originais com alguns efeitos acrescentados.
Som - Ah, quem não se lembra das clássicas frases que o narrador soltava ao longo de uma partida, Boomshakalaka é um ótimo exemplo de uma delas. Pois bem, elas estão de volta, e agora com um narrador com um estilo bem parecido com o do narrador da versão original. Sons de jogo como de arremesso, bloqueio, empurrão e outros estão presentes também. Mas conta com músicas de menu quase que idênticas. Nota: 8.5 - Consegue fazer alguns jogadores reviverem momentos nostálgicos de quando ficavam jogando horas e horas o seu SNES/MD em frente a televisão com seus amigos ouvindo um narrador "um pouco" maluco gritando com algumas jogadas. Um ponto negativo é que as músicas de menu estão quase que idênticas, ocorrendo pouca variação.
Gameplay - Como eu sempre gosto de começar falando sobre a jogabilidade, vamos lá! No jogo temos várias maneiras para se jogar. Nunchuk Style, onde usamos o analógico do nunchuk para mover o jogador, o botão A para passar a bola, o botão B para roubar a bola, o Z para usar o turbo e Z+B para empurrar os adversários, para arremessar e bloquear usamos movimentos no Wii Remote. Já no Wii Remote Style os comandos são mais simples e de fácil aprendizagem, setas controlam o jogador, A pede um passe, B aciona o turbo, 1 passa a bola e também pede para o jogador passar a bola e 2 arremessa e bloqueia, para empurrar os adversários usamos a combinação 1+2+B. Há também o Classic Controller Style, onde se usa o Classic Controller para jogar. Temos os modos: partida simples, campanha clássica (onde escolhemos um dentre os 30 times disponíveis e jogamos intensas 32 partidas contra times diferentes), Remix Tour (um modo onde jogamos partidas em determinadas regiões para conquistá-las), Remix Modes (Smash, Domination, Elimination, 21, Remix 2v2) e as Boss Battles que, como o próprio nome já diz, são as batalhas (ou partidas) contra os chefes. O jogo também conta com as já famosas Challenges, que são espécies de "títulos" que você vai conquistando, tais como ganhar cinco partidas na campanha clássica, ganhar uma partida 2v2 sem usar o shove (empurrão), entre outros. No total são 58 Challenges. No jogo temos 30 times com 3 jogadores cada , totalizando então, 90 jogadores. Nota: 9 - Conta com muitas maneiras e modos para se jogar, vários times para se escolher e Challenges para conquistar.
Comentários finais - NBA Jam está de volta depois de várias tentativas frustradas de voltar aos consoles. Conta com uma boa jogabilidade, que agrada desde o gamer mais antigo da série ao até mesmo o mais novato, gráficos melhorados e narração clássica. Nota: 8.8 - Foi bom a EA ter deixado de lançar NBA Elite 11 para lançar apenas NBA Jam neste final de ano, pois no quesito diversão familiar ou até mesmo diversão casual, esse dá um show em NBA 2K11.
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Dae manolada, tudo bem? Semana passada Sonic Colors (ou Colours) foi lançado na Europa. Depois de longas e árduas negociações com a SEGA, nós (leia-se “o grande Leonardo”) aqui do Blog do Gamer conseguimos uma cópia do jogo, terminamos e analisamos aqui, agora. Confira...se quiser, se não quiser, não confira:
Sonic ao lado da família Restart.
História – O jogo começa com uma CG, onde vemos Sonic e Tails indo para um parque de diversões interestelar criado por..Eggman. O bigodudo, aparentemente, virou um bom moço. Mas não demora muito para perceber que há algo maior por trás disso tudo: Eggman pretende usar os poderes dos Wisps, pequenos aliens (com aparição especial do carismático alienígena de Chicken Little) de outros planetas, que possuem grandes poderes, para acabar com Sonic, que, por sua vez, decide ir atrás de Eggman para acabar com seus planos, e conta com a ajuda dos Wisps. Ou algo assim. A história do jogo não é nem um pouco épica ou memorável, pra dizer a verdade. É o tipo de roteiro tapa-buraco feito apenas pra dizer que o jogo tem uma história (apesar de que não faria muita diferença se ele não tivesse). Não é tão infantil quanto a versão de Wii, mas tem sua própria cota de bizarrices e diálogos bregas. Ao contrário dos Rush’s anteriores, ele é contado por CG’s, assim como as de Wii, e não mais aqueles balões de diálogos (mas eles ainda estão no jogo). A história tenta ser simples e divertida, mas, sinceramente, um macaco teria feito um trabalho mais competente. Parece que a SEGA tem uma capacidade incrível de cagar no roteiro, sendo ele simples demais ou complicado demais. Salvo algumas aparições especiais, é completamente previsível e dispensável. Nota: 5 – Simples e falha, não é o tipo de história que prende o jogador na frente do portátil. Também não é o tipo de história simples, mas satisfatória. É o tipo de história que não serve pra nada.
Gráficos – Já jogou Sonic Rush? Então...é exatamente a mesma coisa. O modelo dos personagens, os cenários, enfim, o gráfico em si é igual. Visualmente não é nada impressionante, e chega a ser meio feio em alguns momentos. É preciso levar em consideração, porém, que estamos jogando em um Nintendo DS. Os gráficos ficaram aceitáveis, não é o tipo de coisa extremamente espetacular, nem o tipo de coisa que faça seus olhos arderem. A melhor parte do jogo fica mesmo com as CG’s, tiradas da versão de Wii. Está dentro dos limites do portátil, que, todos sabem, não é nenhum gigante em gráficos. Poderia ter sido melhor trabalhado, poderia ter sido criado do zero. Mas é mais fácil pegar tudo pronto e apenas re-utilizar, e foi isso que a SEGA fez. Claro, os modelos dos personagens estão bons, os cenários ficaram até legais, e o jogo até que tem alguns efeitos bons, mas não é o tipo de coisa que nunca foi vista antes, que vai explodir sua cabeça ou te deixar verdadeiramente impressionado. No mais, você verá o de sempre. E o de sempre já deixou de impressionar há muito tempo atrás. Nota: 7 – Bonitinho e ordinário, nada além disso. Para o DS está bom. Mas o problema fica claro quando temos que dizer "para o DS". É.
Oh mel dels, que chefe medonho! -n
Som - Sonic sempre é conhecido por ter uma boa trilha sonora. A SEGA consegue cagar em tudo, menos na trilha sonora. Sonic Colors é mais ou menos bom, mais ou menos ruim. Vamos fingir que a música tema do jogo não parece ter sido feita pela família Restart e que ela nunca esteve lá, ok. Os cenários possuem músicas boas, sim, mas nada além disso. São divertidas de ouvir, mas não tão fantásticas como as da era clássica - afinal, será que algum dia a SEGA conseguirá fazer algo no nível da era clássica? Tem umas sacadas boas, como quando você entra debaixo d'água e ela muda o ritmo, dando a impressão de que você está ouvindo-a debaixo d'água mesmo. Mas, assim como os gráficos, cumprem seu papel e nada mais. Os personagens, por sua vez, receberam vozes totalmente novas. Enquanto a do Tails melhorou, a de Sonic ficou bem mais madura e leva um bom tempo pra se acostumar. Felizmente, é algo que você mal vai ouvir, pois a maior parte da história é contada em balões, sem som. Os efeitos sonoros, em geral, são os mesmos utilizados em Sonic Rush. O som é bom, é legal. Mas nada que dê gosto e vontade de ouvir. Nota: 7,5 - Músicas legalzinhas, vozes aceitáveis. Participação especial de Pe Lanza cantando a música tema do jogo. I'm Gonna Reach For The Stars...
Gameplay - Well...enquanto a versão de Wii não é nada mais, nada menos que um Sonic Unleashed 1.5, a versão de DS não passa de um Sonic Rush 3. O gameplay é exatamente o mesmo: você corre loucamente por cenários dinâmicos, acabando com os inimigos que nem sequer oferecem resistência e termina o jogo se perguntando se você realmente jogou, porque tudo que tem que fazer pra finalizá-lo é segurar o botão de boost. Você pode correr - Ah vá, é mesmo? -, pular, usar o boost, deslizar (?) e usar os poderes dos Wisps, os aliens amigões da vizinhança. Ele é dividido em seis mundos, cada um com duas fases e uma luta contra um boss. É curto, e pode ser terminado em uma tarde até. Ele consegue, sim, ser um pouco divertido e até serve pra passar o tempo, mas não espere nada mais profundo do que isso. O gameplay é totalmente repetitivo e a impressão é de que todas as fases são as mesmas. E os chefes, por sua vez, são todos programados da mesma maneira, logo, se você matou um, saberá como matar todos os outros. As habilidades dos Wisps são legais e servem pra dar uma variada no gameplay, mas não demora muito para que se tornem chatas e desinteressantes. É o tipo de coisa que impressiona no início, mas que é usada tantas vezes que acaba tirando o interesse. O jogo também tem alguns special stages, muito parecidos com os de Sonic 2, mas infinitamente mais fáceis. Primeiro, não tem como perder neles, só se não pegar o número determinado de esferas. As outras esferas, que ficam no caminho e deveriam causar algum dano no personagem podem ser chutadas e, no fim, são irrelevantes. Os cenários são extremamente simples e fáceis e a única maneira de não conseguir a esmeralda é sendo cego ou tendo sérios problemas de coordenação motora. Além de tudo isso, o jogo tem algumas missões, que contam com a aparição de alguns personagens especiais como Cream, e...bem, vou ser sincero: só tive paciência pra jogar a da Cream mesmo. As missões incluem tarefas como salvar 30 Wisps ou terminar o cenário antes que o tempo acabe, mas nem preciso dizer que são desnecessárias e que muito dificilmente alguém realmente vai querer completá-las. O jogo também tem um modo Versus, que eu não tive vontade de testar, e alguns extras, como imagens e todo o resto. Começa divertido, logo envelhece e é deixado de lado. Nota: 8 - Funciona direito e começa divertido, mas perde o gás ao longo do caminho. Poderia ter sido melhor aproveitado e poderia ser mais original. Em suma, é um Sonic Rush com grandes melhorias, não que isso seja grande coisa.
Olha, Sonic Rus-- OH WAIT
Comentários finais - Sonic Colors é um passo no caminho certo - um passo muito curto -, mas que termina muito rápido e que poderia ter sido melhor aproveitado. É o tipo de jogo legal pra pegar e passar a tarde, mas nada além disso. Curto, repetitivo e lotado de missões idiotas, não é, nem de longe, o "retorno" tão esperado do ouriço. É melhor do que Sonic 4... Assim como qualquer outro jogo da face da Terra. Há! Nota: 6.8 - É ruim, sim. Mas ao menos funciona direito, se isso vale de alguma coisa.
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Gameplay do jogo:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Fala galerinha ligada aqui no Blog do Gamer, como vocês já puderam perceber hoje é dia de mais uma análise minha e o jogo analisado da vez é o remake do clássico do Nintendo 64: GoldenEye 007 para NintendoWii, que também tem sua versão para o NintendoDS. Curtam a análise e não se esqueçam de comentar!
Bond agora está mais moderno, até tem seu MP20 com câmera de 15 megapixels
História - Basicamente, a história do game continua a mesma com exceção do protagonista.. O quê?! Quer dizer então que James Bond não está no jogo? É claro que não, Bond continua em GoldenEye, a diferença é que agora para o game se tornar um pouco mais atual, foi decidido que no lugar de PierceBrosnan (ator que interpretou James Bond na época) o protagonista terá o rosto e a voz de Daniel Craig, o atual 007. Sem falar que agora Bond usa um telefone celular de última geração para escanear fotos e documentos importantes e se comunicar com o quartel-general. Toda a história do jogo é contada por cutscenes muito bem feitas, onde até aqueles que não assistiram o filme de 1995 ou jogaram o GE original conseguirão entender claramente. Nota: 9.4 - Dessa vez a história é muito bem contada por cutscenes seguindo a história do filme. As diferenças ficam para o protagonista, que agora não é mais PierceBrosnan e sim Daniel Craig, e também para o telefone celular que Bond usa para escanear fotos e documentos, talvez seja um dos únicos jogos baseados em filme que realmente mereça respeito.
Gráficos - Passados quase 15 anos depois do game original, mesmo alguns discordando, os gráficos precisavam de ser atualizados e essa é uma diferença básica ao jogar o game pela primeira vez, parece que a Eurocom trabalhou bastante quanto a isso e os gráficos ficaram sensacionais. Armas, cenários, personagens e objetos ficaram muito bem feitos e mesmo mantendo o estilo do game original ainda deixam um tom muito mais realista. O único contra nos gráficos é que em situações muito agitadas, tanto o cenário quanto alguns personagens sofrem uma pequena perda de qualidade, mas não é nada que faz os gráficos deslumbrantes de GoldenEye 007 perderem o brilho. Nota: 8.3 - Os gráficos receberam uma melhora notável, tanto armas quanto os cenários e personagem ganharam visuais incríveis. O único ruim disso tudo é que mesmo tendo gráficos bons, em horas muito agitadas eles perdem a qualidade.
Vire-se para trás e sofrerá as consequências, Bond.
Som - A dublagem em geral ficou muito boa, até porque no game original não existia bem uma dublagem pois a história em si não era contada por cutscenes que meio que "exigem" vozes dos personagens.. enfim, PierceBrosnan fez a dublagem de Bond e outros dubladores fizeram a dublagem de outros personagens que você encontra no decorrer do jogo (como Alec e Natalya). Já as clássicas músicas que compõem a trilha sonora original estão de volta com uma qualidade muito melhor do que no Nintendo 64, pode até não ser notável para alguns, mas para outros pode ser totalmente nostálgica e envolvente. Os sons de tiros e explosões ficaram realmente fantásticos, novamente dando um ar muito realista ao jogo. Nota: 9 - Excelente trilha sonora que deixa um ar nostálgico e dubladores que combinam muito com os personagens, com exceção de Bond é claro, que é dublado pelo próprio atoratual: Daniel Craig.
Gameplay - Para ninguém reclamar da jogabilidade, o jogo oferece várias combinações para se jogar, o jogador pode escolher por jogar com WiiRemote + Nunchuk, WiiZapper, ClassicController ou com o controle do Game Cube. Jogando com a combinação WiiRemote + Nunchuk, para quem não está acostumado com os shooters do Wii, no começo pode ser um pouco estranho jogar sem o acessório WiiZapper, mas com menos de meia hora já dá para se acostumar e já sair dando headshot's. No jogos temos o modo história e o modo Multiplayer que, diga-se de passagem é o mais divertido. Nele podemos jogar de 1-4 pessoas com a tela dividida, caso seja uma partida com três pessoas, o jogador de número um fica com a tela do mesmo tamanho das outras, mas centralizada na metade de cima da TV, e também podemos jogar de 1-8 pessoas online que, no final de cada partida o jogo dá um monte de estatísticas, tais como o mais letal, quem jogou mais granadas, etc. Sem falar também da volta da famosa opção de trapaças. Nota: 9.2 - Conta com diversas combinações para se jogar e com dois modos de jogo. Com destaque para o Multiplayer que está de volta com alto estilo podendo jogar tanto offline (de 1 até 4 jogadores com a clássica tela dividida) quanto online (de 1 até 8 jogadores), diversão garantida jogando offline e/ou online.
Experimente jogar com o ClassicController Pro dourado e deixe com inveja qualquer dono de um ClassicController comum
Comentários finais - Bond volta com estilo nesse clássico remake do Nintendo 64, que deixa no chinelo qualquer CallofDuty ou Battlefield de Xbox 360/PS3, oferecendo várias combinações para se jogar e com gráficos e sons muito bem feitos. Nota: 8.9- Não se tente enganar que a Activisiondestruiria um dos maiores clássicos da Nintendo pois esse jogo consegue oferecer a mesma (se não melhor) diversão que o original oferecia. Agora basta chamar seus amigos para jogar em sua casa.. caso não tenha amigos não há com o que se preocupar, basta jogar online com até 8 pessoas. ;D
Dae manolada, tudo bem? Estamos aí em mais uma segunda-feira, onde eu poderia estar matando, poderia estar roubando, poderia estar namorando, poderia estar jogando, mas estou aqui cumprindo minha rotina e escrevendo uma análise. Semana passada eu não analisei nenhum jogo, então decidi pegar dois jogos da mesma franquia pra analisar nessa semana. O resultado você confere nesse combo inédito de No More Heroes e No More Heroes 2, para o Nintendo Wii. Não perca tempo e confira:
No More Heroes:
Fap-se com cuidado.
História - O jogo conta a história de Travis Touchdown, um típico otaku. Depois de ganhar uma katana em um leilão de internet ele fica sem dinheiro para comprar video games e vídeos de luta livre. Ele então conhece Sylvia Christel e aceita o trabalho de matar Helter Skelter, também conhecido como "the Drifter," o que deixa ele no 11º lugar do ranking da United Assassins Association (Associação dos Assassinos Unidos), um órgão de governo dos assassinos. Ao perceber que ele tem a oportunidade de chegar ao topo, ele sai em busca de se tornar o assassino número um da UAA. A história do jogo não é contada de maneira tradicional: tudo passa muito rápido e o jogador pode até mesmo achar ela confusa - mesmo sendo muito simples. Não é super elaborada, não tem suspense, nem um mundo em perigo ou outro elemento clichê, mas consegue prender o jogador até o fim com suas grandes doses de humor e, em certas partes, drama. É engraçado ver como Suda51 desenrola o enredo de maneira única e, apesar de terminar com algumas pontas soltas, a história não decepciona. Quando você pensa que já está por dentro de tudo vem o final do jogo, levantando muitas questões sem resposta. Quer jogar? Vá em frente. Uma maré de piadas sexuais, nonsense e que vão te fazer questionar porque está jogando-o te esperam. E você vai gostar. Nota: 8 - Enredo simples, porém complexo (?) e com narrativa única. É o tipo de coisa que não se vê toda hora e, enquanto vai ser espetacular para alguns, pode ser simplesmente idiota para outros. É o tipo de roteiro nonsense feito de uma maneira genial, mas que não dá pro bico de todo mundo.
Gráficos - O Wii nunca foi conhecido por seus gráficos de dar inveja ou sua imagem em HD e, enquanto alguns jogos atuais conseguiram fugir do padrão e impressionar, No More Heroes dá a impressão de que falta algo. É de 2007, então eu poderia dizer que são aceitáveis e tudo mais mas, pare pra pensar. 2007 foi o mesmo ano em que saiu Mario Galaxy, título que quebrou todas as barreiras que o Wii vinha enfrentando e mostrou toda a capacidade do console, não apenas na área gráfica, mas em todo o resto também. NMH não é nada horroroso, mas dá a impressão de que faltou um pouco de polimento. Santa Destroy (a cidade onde se passa o jogo) é meio sem vida e todas as pessoas, carros e prédios são bons, mas só. Nada é excepcional e nem se esforça pra ser. De um jeito mais fácil de entender: é o tipo de coisa que poderia ser reproduzido em um PS2, sem grandes dificuldades até. Mas é como dizem: o que importa é a diversão, e não os gráficos. E, como o jogo nunca se preocupou em ser apenas mais uma carinha bonita na sua prateleira, isso não atrapalha muito. Nota: 6,5 - Quer algum jogo bonitinho pra matar o tempo? Pena, não é aqui. NMH passa longe de ser um dos jogos com melhores gráficos do console.
Você salva o jogo ao dar uma aliviada. Hardcore em todos os sentidos.
Som - Na época do seu lançamento, o jogo recebeu muitas críticas à sua dublagem ocidental. Mas não, não é nada ruim dessa maneira. De fato, o jogo se sai bem com o que tem, com dubladores que combinam com os personagens e que conseguem adicionar um toque único ao jogo. São melhores que os dubladores americanos de Naruto UNS 2, e isso é o bastante para torná-la aceitável. A trilha sonora dá certo com o ar punk que o jogo impõe e, mesmo não sendo notável e/ou fantástica consegue divertir o jogador. Você quase não vai prestar atenção, mas, no fim, não faz muita diferença. É melhor do que ouvir o Suda51 sendo dublado por um negão no trailer de NMH 2 (não entendeu? Clique aqui). Nota: 7 - Nem ruim demais, nem bom demais. É o tipo de coisa que fica na medida e consegue agradar à maioria. E isso é o suficiente. Eu acho.
Gameplay - Tadam! A minha parte preferida. O gameplay é o fator essencial para que um jogo se dê bem comigo. NMH acerta em muitos quesitos, mas também erra em outros. Vou começar explicando os modos de jogo: espera, espera. Na verdade ele só tem um modo. Continuando, você controla Travis e, desde o começo, tem uma cidade aberta para explorar. Você pode pegar sua moto e sair andando por aí. Isso seria ótimo se fosse bem trabalhado, mas não é o caso. A cidade é muito limitada e pequena, suas opções são poucas e o que mais irrita é o sistema de colisão com os objetos e pessoas. Você pode passar do lado de um carro e "bater" nele sem nem mesmo ter encostado no veículo. Você tem pouca interação com o cenário e pouca coisa pra fazer além dos trabalhos pra ganhar dinheiro. Pode não ser nenhum GTA, mas a cidade tem seus méritos: é divertido ir nas lojas e comprar roupas, armas, vídeos, brincar com sua gata Jeane e etc. O jogo segue um padrão: você luta por um ranking maior e depois volta à cidade, onde tem que fazer alguns trabalhos até conseguir o dinheiro necessário para disputar a próxima luta. O único problema é que esses "trabalhos" consistem em minigames que logo se tornam chatos e repetitivos. As lutas, por sua vez, fazem valer à pena o tempo que se gasta nesses minigames e, apesar de serem bem difíceis em alguns momentos, agradam aos jogadores sempre trazendo muito sangue e violência. Nelas, você pode: cortar com a katana, dar socos e chutes, mirar e se esquivar dos ataques do oponente. O jogo faz pouco uso dos sensores de movimento do Wii. De fato, ele só é necessário quando o inimigo está à beira da morte. Nesse momento uma flecha pipoca na tela, indicando uma direção para que você mova o Wii Remote e acabe com o oponente de forma brutal. Parece legal, mas dá a impressão de que é sempre da mesma forma. Você pode fazer um corte na vertical, na barriga, enfim, é sempre a cabeça dele que vai sair voando. E não é preciso muito para derrotá-los: metralhe o A até não poder mais. E os ataques com mãos e pés? Não fazem muita coisa, só servem pra deixar o oponente tonto e, quem sabe, aplicar um golpe de luta livre para finalizá-lo. Você mal irá usá-los simplesmente porque são fracos e não conseguem fazer nenhum combo, é apenas um ataque isolado que muitas vezes acaba sendo inútil. E, mesmo sendo legal fatiar e fatiar sem parar, isso pode se tornar repetitivo. No geral, NMH diverte e vale à pena, funciona na medida do possível e é bom, mas falta aquele "algo mais". Nota: 7.5 - Sistema de colisão estranho, gameplay meio repetitivo, minigames ruins, metralhe o A para passar. Mas funciona. E funciona bem. E é divertido! E isso basta.
Sangue? Onde?
Comentários finais - NMH é o tipo de jogo que aparece de nunca em nunca. Narrativa diferente, gameplay diferente, conceitos diferentes e uma execução diferente. Ele é perfeito para os jogadores hardcore, mas sem nenhum grande atrativo para os casuais. É uma compra mais do que válida pra quem tem Wii e está cansado dos platformers de sempre, ou que busca algum jogo hardcore diferenciado e único. Ou os dois. Nota: 7.2 - Suda51 traz uma experiência imperdível para qualquer gamer que se considere hardcore, mas que ainda sofre de alguns dos velhos problemas. No geral, vale a grana investida.
---- Confira dois vídeos de gameplay mostrando a primeira fase completa:
Parte 1:
Parte 2:
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No More Heroes 2: Desperate Struggle
Shinobu conferindo o hálito de Travis.
História - Três anos se passaram desde que Travis Touchdown se tornou o número um da United Assassins Association (UAA) e desapareceu. Agora, ele volta para Santa Destroy e enfrenta Skelter Helter, que quer se vingar de Travis, que matou seu irmão Helter Skelter no primeiro jogo. Depois de ganhar a luta, ele encontra Sylvia Christel novamente, que o informa que ele está na posição 51 do ranking. O quase-morto Skelter Helter interrompe-os e diz à Travis que ele terá sua vingança. Na mesma noite, um grupo de criminosos matam o melhor amigo de Travis, Bishop, e jogam sua cabeça na janela de Travis, dentro de um saco. Travis, furioso e procurando vingança, pede para que Sylvia arme a próxima luta. Sylvia diz à ele que quem comandou o assassinato foi Jasper Batt, Jr., o CEO da Pizza Bat e o novo assassino número um no ranking. No primeiro jogo, Travis acabou com três tentativas diferentes da Pizza Bat se expandir em Santa Destroy assassinando seu CEO. Três anos depois, com Travis fora da jogada, a Pizza Bat conseguiu se formar em Santa Destroy e comprou praticamente todos os negócios da cidade. Travis resolve escalar o ranking mais uma vez para se vingar de Jasper. A história é um pouco mais elaborada do que a do primeiro, mas segue a mesma linha: piadas sexuais pra lá e pra cá, coisas inesperadas, nonsense e assim por diante. Embora seja uma continuação ele não depende inteiramente do seu predecessor, portanto até mesmo quem não jogou o anterior não terá problemas em entender o que se passa nesse aqui. Alguns dos inimigos favoritos - ou nem tanto assim - dos fãs dão as caras novamente, e cada novo assassino possui sua própria identidade e um certo carisma. A história, além disso, está bem mais presente dessa vez, o que prende o jogador mais ainda. Ao mesmo tempo em que é engraçada, a história consegue manter um ar sério, inclusive contando com um final surpreendente que ficará na sua memória por muito tempo. Ainda cai nas graças de alguns dos velhos clichês, mas sua genialidade compensa tudo que poderia dar errado. Lembra que eu falei das pontas soltas do primeiro? Pois é. Ele não se esforça para consertá-las e, enquanto resolve alguns mistérios, levanta outros. Maldito seja, Suda51. Travis está de volta. E dessa vez está mais legal do que nunca. Nota: 8,5 - Vai ainda mais longe do que o primeiro e consegue prender o jogador, apesar de ser totalmente nonsense em algumas horas. Não serve pra todo mundo, também. É o tipo de coisa que você vai amar ou vai odiar, não existe meio termo.
Gráficos - Estamos em 2010, anos depois do lançamento do primeiro título. Ora, espera-se que os gráficos foram melhorados, né? Com certeza. Enquanto o primeiro nunca se preocupou com isso, o segundo traz um visual impressionante e muito além do que o anterior jamais sonhou em ser. Os personagens, assim como os ambientes, possuem um nível de detalhamento incrível e é possível ver como eles foram cuidadosos, pois até o cabelo do Travis se move. As cutscenes conseguem ser mais bem feitas que as do primeiro, também. Foi um aprimoramento geral, então, se você jogou o primeiro e também achou que deixou à desejar, não terá esse problema aqui. Claro, claro. Não é o melhor gráfico do Wii, nem o jogo mais fofinho ou bonitinho do mercado. Mas faz bonito. Nota: 9 - Levando em consideração o primeiro jogo, esse surpreende. Cabelos mais vivos, chão mais polido, personagens ainda mais carismáticos. Evolução de verdade em todos os sentidos.
Pobre Travis. Três anos se passaram e não conseguiu se livrar do vício do fap.
Som - Isso pode doer para alguns, mas a dublagem é a mesma do primeiro jogo. Calma, tem a parte boa: ela sofreu uma grande melhora. Enquanto no primeiro jogo víamos falas bizarras interpretadas de maneira bizarra, parece que os dubladores finalmente entenderam os personagens e se encaixaram com o clima do jogo. A trilha sonora? Ah, sacomé. Continua tendo aqueles lances de guitarra, com um ar mais "punk", mas nem por isso notável e/ou espetacular. No mais, o jogo consegue reproduzir tudo de maneira fiél, apresentando uma melhora não apenas gráfica, mas também sonora em relação ao primeiro jogo. Afinal, isso era o mínimo que ele devia fazer, né. Nota: 8 - A dublagem deu uma leve melhorada e a trilha sonora continua esquecível (?), mas tudo é bom e combina com o jogo. Tem o necessário, somente o necessário. O extraordinário é demais.
Gameplay - À primeira vista, um belo tiro na cara. O estilo de câmera foi mudado, os controles parecem diferentes e, veja só, cadê aquela cidade que você adorava explorar? Pois é. Mas você percebe que tudo é questão de se acostumar e, quando isso acontece, o jogo fica bem melhor do que o antecessor. Vamos começar por...ah, sim. A cidade foi substituída por um mapa, que contém todos os lugares que você pode ir. Isso é uma grande decepção de inicio, mas agiliza o rumo das coisas. As lutas por ranking também mudaram, agora elas ficam disponíveis automaticamente umas atrás das outras. Escalar do nº51 para o nº1 se torna uma tarefa rápida e fácil, visto que não é mais preciso juntar dinheiro para pagar as lutas ou jogar os minigames. Sim, os minigames estão lá, mas você só faz se quiser dinheiro pra comprar armas, roupas ou algo do tipo. Mesmo não sendo obrigatórios, você vai perder muito tempo com eles, simplesmente porque estão melhores do que nunca. O estilo 3D e ruim que assombrava os minigames do primeiro título foi substituído por minigames de 8-bits, com tarefas que lembram as do primeiro jogo mas que são infinitamente mais divertidas. E então temos as lutas por ranking, que continuam no mesmo estilo do primeiro. O sistema de combate recebeu uma grande melhora, e dessa vez é possível não apenas trocar de arma durante a luta, mas também dar combos com os pés e as mãos. Ao final de cada luta da história principal aparece um quick-time event, indicando uma direção para balançar o Wii Remote ou mexer o analógico. Enquanto no primeiro tinhamos pouca variedade na hora de finalizar o oponente, agora você pode cortá-lo na direção que quiser. A cabeça? Ok. Cortar no meio, vertical e horizontal? Pode ser. O jogo traz muito mais liberdade na hora de assassinar os inimigos e também um novo medidor que, quando cheio, lhe dá uma super velocidade e te deixa mutilar vários inimigos por tempo limitado. Parece que deixa o jogo fácil, mas não se engane: a única maneira de enchê-lo é acertando vários ataques sem levar nenhum. Duro, eu sei. Além disso, o jogo traz mais personagens jogáveis: você pode controlar a Shinobu e até mesmo Henry, o irmão de Travis. O fator replay logo se torna muito alto, já que você vai querer jogar os minigames novamente, assim como testar os novos modos de jogo habilitados depois de terminá-lo e liberar tudo que pode ser liberado. Enquanto tudo foi melhorado, a dificuldade de alguns chefes ainda continua alta e, mesmo se adaptando ao novo mapa, você vai sentir falta da antiga cidade aberta e do sistema de liberar lutas por ranking, que caracterizou o primeiro jogo. Está mais divertido, mais brutal, mais legal. Mas parece que passa rápido demais. Nota: 8,2 - Traz novas coisas que funcionam e recebeu uma grande melhora, mas tira a cidade do jogador e agiliza as coisas sem necessidade. Mas continua divertido como sempre, e, no fim, o que vale é a diversão. Por mais violenta que seja.
Siga as ordens do seu professor gay e malhe para ter um corpinho sarado. Oh yea.
Comentários finais - NMH 2 mostra uma grande melhora em relação ao primeiro, aprimorando-se em todos os sentidos e trazendo uma experiência ainda mais imperdível para qualquer um que gosta de jogos hardcore. Mesmo com todas as qualidades, é rápido demais. Enquanto o primeiro demorava em torno de 10 horas pra ser finalizado, consegui terminar o segundo em 8 horas e 44 minutos, isso porque parei várias vezes pra treinar, jogar os minigames e adestrar a sua gata, Jeane. Acaba rápido demais e dá a sensação de "quero mais". Esperemos e oremos por uma continuação, então. Amém. Nota: 8,4 - Mais brutal, mais punk, mais hardcore. Precisa dizer mais alguma coisa? Recomendado!
--------- Confira dois gameplays legendados do jogo, mostrando a primeira fase completa:
Parte 1:
Parte 2:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
E aí manolada, tudo bem? Semana passada eu comprei o jogo Naruto Ultimate Ninja Storm 2 - disponível para Xbox 360 e PS3 - e comecei a jogar desesperadamente para terminá-lo e, claro, analisar aqui. Jogo terminado, análise escrita. Não perca tempo e confira:
Naruto exibindo seu novo lápis de olho. Arrasou!
História - Depois de 3 anos de treinamento, Naruto volta para Konoha junto com Jiraiya. Depois de botar a conversa em dia com seus amigos, acaba sabendo que Gaara - agora Kazekage - havia sido raptado por membros da Akatsuki, uma organização criminosa. Naruto então parte para resgatá-lo antes que seja tarde demais. O jogo começa desse ponto e cobre uma grande parte da história do mangá, começando com a jornada atrás de Gaara e indo todo o caminho até o exaustivo treinamento para se tornar um Sennin e lutar contra Pain. Ao contrário de outros jogos baseados na saga, ele consegue contar a história de maneira detalhada, cinematográfica e com boas doses de drama. Enquanto outros jogos eram feitos apenas para fãs da série, agora todos podem entender a história. Ele, no entanto, pula alguns atos à fim de agilizar as coisas (se fosse mostrar tudo exatamente no ritmo do anime demoraria dezenas de horas), como é o caso da luta contra Killer Bee e assim por diante, mas não é nada que vá prejudicar a experiência ou dificultar o entendimento dos acontecimentos seguintes. Ao mesmo tempo em que alguns irão adorar, outros irão odiar pela quantidade de diálogos que se fazem presentes. Conversas que parecem durar cada vez mais podem acabar com a paciência de qualquer um, principalmente aqueles que nunca viram o anime (que é da mesma maneira). Com um gosto especial para os fãs e, ainda assim, boa para todo mundo, o jogo mostra que é possível contar uma boa história de maneira simples e bem pensada. No fim, você vai se ver querendo saber o que acontecerá com o destino de Sasuke e Naruto. Bem...espere pela continuação. Nota: 9 - O jogo cobre uma grande parte da história e conta ela de maneira detalhada e cativante, saindo na frente de todos os outros jogos baseados em animes/mangás. Narrativa quase perfeita.
Gráficos - Sabe aquela velha técnica de Cel Shading? Isso, aquela que faz as coisas parecerem que são de um anime/desenho. O título pega essa velha técnica e consegue levá-la ao extremo. Esqueça tudo que você já viu em jogos passados: esse é um dos títulos mais bonitos da geração. O design dos personagens é extremamente fiél - o mais fiél até agora, diga-se de passagem - e você vai ficar simplesmente de boca aberta ao passar pelos lindos cenários que parecem ter saído das páginas de um mangá. E o jogo ainda usa alguns ângulos de câmera ousados, que destacam ainda mais o poder dos gráficos que ele possui. Eu sempre digo que gráficos não são tudo e que a diversão sempre deve vir primeiro, e é verdade. Mas, quando vemos algo desse tipo, não dá pra fazer nada além de desejar que todos os outros jogos fossem dessa maneira. Nota: 10 - Para um jogo baseado em anime os gráficos ficaram perfeitos. Você vai sentir como se estivesse dentro de um episódio e os fãs, sem dúvida, não terão do que reclamar. A série já havia chamado a atenção quando chegou ao PS3 como um exclusivo, e agora está de volta ainda melhor. Ratos de gráfico, corram e aproveitem!
A fúria do emo.
Som - Você começa o jogo. O logo da desenvolvedora aparece na tela e você é apresentado à um belo - e bota belo nisso - vídeo de introdução. Tudo parece perfeito...mas aí aparece a Sakura e, com a sua "bela" voz americana, grita: "Hurry, Naruto!". Bate uma vergonha. Você corre para o menu e entra nas opções: pra sua sorte, tem como selecionar as vozes japonesas. Ufa, está à salvo! É exatamente isso que vai acontecer quando você jogar pela primeira vez. A dublagem japonesa consegue passar uma emoção incrível e é de uma competência sem igual, mas as vozes americanas não conseguem fazer nada além de dar vergonha. Sério, como conseguem pegar dubladores desse tipo? Eu poderia sair na rua agora e formar uma equipe amadora, e ela faria um trabalho mais competente do que os "profissionais" americanos. Bom, passada a vergonha, a dublagem japonesa usa as vozes originais do anime - claro, né - e consegue ser simplesmente perfeita. Quem já assistiu, mesmo que um pouco, sabe o que esperar. Já a trilha sonora...bem, ela não fede nem cheira. Apresenta músicas que, na maioria do tempo, você nem vai notar e consegue dar um draminha aqui e ali mas, em geral, nada realmente espetacular. Pelo menos é melhor do que a dublagem americana. Nota: 8 - Enquanto as vozes japonesas conseguem ser super boas, o jogo perde dois pontos nesse quesito por causa da horrível dublagem americana e a trilha sonora capenga. Morram, dubladores americanos. Morram.
Gameplay - A cereja do bolo do ninja Naruto (?). Bom, vamos começar explicando os modos, assim como os controles: Primeiramente você tem o modo Story, que - veja só! - te deixa jogar os acontecimentos da história do anime. Quem jogou o anterior vai notar uma grande mudança que, sem dúvida, irá te deixar decepcionado (ou alegre, nunca se sabe): você não possui mais um "mundo aberto". Aquela Konoha gigantesca, que te deixava pular em prédios e andar por aí feito um sonso foi dividida em partes, que usam ângulos fixos de câmera e não permitem muita exploração. O mapa é bem grande, mas perde um pouco da graça com isso. Apesar de parecer chato no início, não se engane: é realmente chato. Mas você logo se acostuma e não vai nem ligar, porque as lutas, no fim, são mais importantes do que a exploração inútil. Por isso ele é um jogo de "luta", e não "exploração inútil". Ainda assim, uma grande perda. O mapa, como era de se esperar, tem várias localizações e missões secundárias. Enquanto as missões principais são ótimas as secundárias são uma birosca, na falta de termo melhor. Uma delas inclui recuperar mais de 30 bonecas amaldiçoadas que assumiram a forma de seus companheiros (?). Outras são coisas mais simples - mas nem por isso menos estúpidas - como entregar coisas e assim por diante. Uma reclamação vai para o sistema de replay de lutas da história principal: aquelas lutas extremamente fantásticas, recheadas de quick-time events. Você não pode jogá-las novamente ao terminar alguma delas. Ao invés disso, tem que sair perambulando o mapa tentando achar Memory Crystals, que deixarão elas disponíveis para se jogar novamente. Isso sem dúvida é um estímulo para que o jogador explore o mapa e conheça seus segredos - e existem bastante -, mas não é muito interessante de se fazer. Depois temos o modo Free Battle, que te deixa escolher os personagens que quiser e lutar livremente, seja com amigos, sozinho, com um personagem ou até mesmo três. Se você não quiser jogar o modo história, também pode liberar os personagens que faltam jogando o Free Battle, mas é bem mais trabalhoso. Na batalha você pode correr, carregar seu chakra, bater, lançar shurikens/kunais, defender e, se estiver com mais de um personagem, chamar seus amigos para aquela "ajudinha especial" - sim, estou falando da voadora. O que parece ser um sistema de combate simples logo se torna extremamente complexo e profundo, exigindo muitas horas de treino até conseguir ser um verdadeiro ninja nas batalhas - "ninja", sacou? Há! São várias as combinações e combos que se pode realizar, e é realmente muito divertido jogar horas e horas sem parar. Depois temos o modo online, em que você luta contra oponentes do mundo todo e testa suas habilidades. Mesmo depois de zerar o jogo ainda vai ter um fator replay muito alto, e você vai tentar voltar não apenas para achar os colecionáveis, mas também para disputar algumas lutas descompromissadas. Claro que nem tudo eu posso explicar aqui (você já deve estar cansado de ler à esse ponto), mas tudo funciona extremamente bem e o gameplay é quase perfeito. Comparando com os jogos antigos do ninja loirinho, é o melhor sem dúvida. E, para um jogo, ter um gameplay que funciona é essencial. Nota: 8,5 - Sistema de combate complexo e profundo, viciante e, acima de tudo, divertido. Alguns irão lamentar a perda do "mundo aberto", mas no fim não fez muita diferença. Perfeito para se jogar, seja com amigos ou sozinho.
Vica ligado no corte jae.
Comentários finais - Naruto Ultimate Ninja Storm 2 é, sem sombra de dúvida, o melhor jogo baseado em um anime que já deu as caras por aqui. O jogo consegue chegar perto da perfeição - tendo em mente no que ele se baseia - e vai agradar não apenas aos fãs e simpatizantes do personagem, mas também aos amantes de um bom e velho jogo de luta. Se você jogou o primeiro e achou impressionante, sugiro que dê uma olhada nesse, pois vai gostar. Nota: 8,8 - Nova aventura impressiona em todos os sentidos e de todas as maneiras. Consegue superar o primeiro, sendo o melhor jogo de Naruto. De todos. Recomendado!
---- Confira o gameplay de uma boss battle:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente! Ps.: Se você comentou, espere. Seu pedido será atendido assim que tivermos terminado o jogo pedido e não tivermos nenhum lançamento na lista de análises futuras.
Fala galera ligada aqui no Blog do Gamer, hoje não é dia de análise minha mas como é o dia de lançamento do PES 2011, achei melhor deixar a análise dele para hoje e não para amanhã. Curtam a análise do game e comentem.
Como não há História em PES 2011 resolvi substituir por Replay, que você vê ao final da análise logo depois de Gameplay.
Gráficos - O visual do jogo está muito bom, efeitos de luz e sombra mais realistas, jogadores bem parecidos como são na vida real, exceto alguns jogadores sul americanos, pelo que parece foram deixados de lado pelo pessoal da parte gráfica do jogo que ficou com preguiça de acessar o Google e digitar o nome dos jogadores para verificar a aparência deles, diga-se de passagem é o mínimo que poderiam ter feito. Agora os estádios estão mais bem feitos com exceção da torcida que continua mal-feita como em todos os PES anteriores, ponto para o Fifa que tem uma torcida muito real, mas o jogo analisado aqui é o PES e não o Fifa. A movimentação dos jogadores é uma coisa que melhorou muito do 2010 para o 2011, antes os jogadores andavam e corriam feito robôs, agora temos uma movimentação muito mais real e com a ajuda do analógico se torna muito precisa do que no PES anterior. Nota: 9.2 - Com a exceção da torcida e de alguns jogadores sul americanos os gráficos do jogo ficaram muito bons, quase excelentes, o tanto que o jogo evoluiu com a movimentação dos jogadores é de se assustar.
Som - O som do jogo é uma coisa que não mudou muito em relação ao anterior, é claro que agora temos uma narração em português do Brasil com Sílvio Luiz e Mauro Beting que gravaram mais de 1.000 situações de jogo e por volta de 500 nomes de jogadores.. mas é uma coisa que em geral não mudou muito. Os cânticos entoados pelas torcidas são os mesmos, os sons de jogo são os mesmos. Uma das únicas novidades nesse quesito é que agora os técnicos gritam algumas jogadas no campo e que temos novas músicas de menu, só isso. Nota: 8.5 - Por falta de inovação o som continuou quase o mesmo em relação ao PES 2010, apenas algumas pequenas mudanças o diferenciam do da versão anterior.
Gameplay - Não faz muito tempo que analisei PES 2010 e disse que ele tinha uma jogabilidade de mais fácil aprendizado do que o Fifa, agora nessa nova versão do game já é diferente, antes tínhamos a "barra do chute" e em algumas ocasiões a "barra do cruzamento", a novidade nessa nova versão é que agora além de temos essas duas barras, temos também a "barra do passe" e a "barra do passe em profundidade", ou seja, não basta apenas você pressionar o botão de passe ou do passe em profundidade para você passar a bola a um jogador que estiver perto ou longe de você, agora você terá que tocar na direção certa e na medida certa para que o passe saia bem feito. Uma coisa muito interessante e que me chamou a atenção logo no início foi que independente da câmera que você esteja jogando a câmera aparece um pouco mais baixa e ampliada e logo quando o juiz apita para o início de jogo ela sobe dando uma experiência bem agradável para o jogador, e que mesmo sendo um pequeno detalhe, pode passar despercebido para alguns. Com sete câmeras diferentes para se jogar (Panorâmica, TV, Vertical Panorâmica, Jogador, Normal Macro, Normal Intermédia e Normal Tele-Objetiva) não tenho do que reclamar quanto a isso pois tenho certeza de que cada uma delas combina com cada estilo de jogadores diferentes. Nota: 9.7 - Inovação ao máximo com as barras de passe e de passe em profundidade, dando um ar mais realista ao jogo. Câmeras boas que combinam com o estilo de cada um.
Replay [NEW] - Ganhou todos os campeonatos, ligas, taças, copas, modos, liberou tudo que tinha para liberar no Extra Content e acha que acabou o jogo? É claro que não, o jogo conta com uma grande variedade de opções para você se divertir muito tanto off-line, quanto online com pessoas do Brasil e do Mundo! Podendo jogar desde as já tradicionais Copas até a famosa Master Liga. Libertadores e UEFA estão presentes neste game. Nota: 9.5 - PES conta com uma variedade muito grande de torneios e é um daqueles jogo para você jogar muito e não enjoar, seja com os seus amigos em sua própria casa com outros joysticks ou online com várias pessoas do mundo.
Comentários Finais - A Konami conseguiu melhorar os gráficos, a jogabilidade, a movimentação, o fator replay e muitas outras coisas no PES 2011, colocou a tão falada Copa Santander Libertadores, mas.. não inovou em Som e alguns jogadores sul americanos ficaram com uma aparência bem mal feita deixando totalmente diferentes do que são na vida real. Foram pequenos detalhes que realmente influenciaram na nota final do jogo. Nota: 9.2 - Como fã da franquia desde os tempos de Winning Eleven, eu daria uma nota melhor para o game, mas como crítico apontando os erros do jogo tenho de dar uma nota um pouco "pior". Esse jogo é obrigatório caso você tenha um PC/PS2/PS3/PSP/Wii/X360 em casa. Para você não pegar esse jogo é só preciso de uma coisa, nada mais.. não gostar do maravilhoso esporte chamado futebol, uma coisa que é muito difícil aqui no Brasil. ;D
Confira dois gameplays feitos por mim do jogo:
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BÔNUS:
Gostou da análise e/ou do jogo? Quer jogá-lo mas ainda não tem o dinheiro suficiente para comprá-lo? Não despespere meu jovem gamer, a Konami disponibilizou a Demo Oficial do jogo para PC a um tempinho atrás e você pode baixar clicando aqui. :)
"Nota do autor: gastei mais de uma hora escrevendo essa joça. Comente! xP" -Leonardo
E aí manolada, tudo bem? Mais uma semana, mais uma análise. Semana passada recebemos um pedido para analisar Alan Wake. Resolvi engavetá-lo um pouco e, agora, analisar o novíssimo Sonic The Hedgehog 4: Episode 1. O título está disponível para Xbox 360, PS3, Wii e iPhone, mas apenas por conteúdo digital. Confira:
A volta triunfal do ouriço...ou não.
História – O jogo se passa imediatamente depois de Sonic & Knuckles. Eggman está de volta e, dessa vez, decidiu re-utilizar suas melhores invenções para acabar de vez com o ouriço. E, é claro, cabe a Sonic impedi-lo. Logo de cara podemos ver que eles não quiseram muito trabalhar com a história: ela é simples demais e não faz sentido nenhum. Por quê o Eggman usaria armas que já foram vencidas antigamente? Sonic sabe como derrota-las, logo isso não teria efeito nenhum. Ao invés de tentar fazer histórias elaboradas decidiram ir pelo caminho contrário, o que poderia ter funcionado se a história tivesse sido mais bem pensada. Isso sem contar o fato de que o jogo nem mesmo apresenta ela para o jogador: se você não a leu antes em algum lugar da internet, provavelmente não entenderá o que está acontecendo. A Sega tentou deixar como nos títulos de Mega Drive, mas aquilo foi há 16 anos atrás. Hoje em dia isso não parece clássico, parece simplesmente falta de vontade. Preguiça ou falta de tempo, tanto faz. Ponto à menos nesse quesito. Nota: 4 – História fraca e sem sentido, poderiam ter pensado em algo melhor. Se você é o tipo de jogador que compra o jogo pela história....é, passe longe.
Gráficos – Semana passada eu disse que a Sega sempre acerta nesse quesito. Infelizmente terei que voltar atrás e dizer que, dessa vez, ela deixou a desejar. Os gráficos, à primeira vista, podem até parecer bonitos. Mas não demora muito para perceber que ele possui texturas bem ruins e que algumas partes até parecem feitas de plástico. A Sega tentou dar um visual “moderno” que, no final das contas, acabou não funcionando. Nem mesmo o modelo do personagem combina: ele possui uma cabeçona, os espinhos estão grandes demais e ele é simplesmente...estranho. Sim, eu sei que é um jogo disponível apenas por download, mas GTA: Ballads of Gay Tony e Watchmen: The End is Nigh também são, e mostram um visual muito superior à Sonic 4. Enquanto algumas zonas conseguem se destacar (como é o caso da Lost Labyrinth) outras parecem feitas às pressas. Tudo está bom na medida do possível, mas muito longe da real capacidade dos consoles de 7ª geração. Sejam os inimigos, o Eggman..nada impressiona. Não é totalmente horroroso, chega até a ser aceitável. Mas decepciona. Nota: 6 – Os gráficos não possuem nada demais, poderiam ser melhor trabalhados e mostram que a Sega deixou essa parte meio de lado. Um pena que uma empresa que sempre faz um ótimo trabalho na parte gráfica faça algo desse tipo.
Olhando assim até parece bem feito.
Som – Semana passada eu reclamei da dublagem exagerada de alguns personagens de Sonic Unleashed. Bom, esse problema foi completamente resolvido. Por quê? É simples: nenhum personagem tem voz no jogo. A história não é contada e, logo, ninguém fala nada. A Sega tentou, novamente, deixar com um ar “clássico”, mas tudo acaba ficando muito vago por conta disso. É como se voltássemos no tempo, como se não tivessem a tecnologia necessária pra fazer algo decente. Bom, pelo menos não temos que ouvir algumas frases bregas que Sonic soltava aos montes em outros jogos atuais. Que isso sirva de consolo. Como é assim, a única coisa que temos para avaliar é a trilha sonora e os efeitos sonoros do jogo. A trilha sonora foi composta para dar um ar de algo “clássico”, ela parece boa no começo mas, no decorrer da jogatina, se torna cansativa e não é o tipo de coisa que você queira ficar ouvindo o dia todo. Diferente dos clássicos, não é viciante e enjoa rapidamente, isso sem contar o fato de que todas as fases parecem ter trilhas semelhantes. Nada é realmente memorável e/ou nostálgico, e ele até tenta, mas não consegue transmitir a "magia" que a trilha sonora dos clássicos possuiam. Quanto aos efeitos sonoros, todos permanecem fiéis aos clássicos: seja com o spindash, o pulo, enfim...essa parte, pelo menos, cumpre seu papel. Nota: 5 – Sem vozes, apenas com músicas – que nem são muito boas – e alguns efeitos sonoros. Nada que realmente adicione algo à experiência do jogo.
Gameplay – Ah, o gameplay...A Sega acertou dessa vez? Parte sim, parte não. Sente-se e pegue um copo de café, eu vou explicar. Vamos começar dizendo que esse é um jogo em 2D. Logo no começo a Sega anunciou que ele teria o Homing Attack, aquela habilidade que faz o Sonic sair voando em formato de bola, e voar no inimigo. Essa habilidade se tornou popular em jogos 3D, onde não tinha como calcular o pulo exatamente, mas não é necessária no jogo 2D. Ela só serve pra tirar a dificuldade – e o jogo tem pouca – e só encurta ainda mais a experiência. Mas ok, vamos continuar. Você pode correr, pular, usar o spindash e, por fim, o Homing Attack. Os controles até que funcionam direito, mas tudo acaba se tornando frustrante por causa da física do jogo. Ela simplesmente não funciona. Você pode andar nas paredes, nos tetos, subir morros gigantescos andando normalmente, e a lista continua. Enquanto nos clássicos tínhamos uma física perfeita, nesse jogo ela parece estar desligada. Isso torna o gameplay frustrante e vai causar muitos bugs pra você durante a jogatina. O jogo se divide em 4 zonas, cada uma com 4 estágios. Ele é muito curto e pode ser finalizado em pouco mais de uma hora. Os cenários não têm originalidade nenhuma, visto que são apenas versões “atualizadas” dos clássicos e os chefes, também dos clássicos, podem ser derrotados facilmente com o uso do Homing Attack. Depois, como prometido, temos os Special Stages, que dão acesso às esmeraldas. São iguais aos do Sonic 1, só com uma diferença: dessa vez você controla o cenário, e não o personagem. Isso logo se torna chato e o jogador simplesmente não vai querer perder tempo pegando todas elas. E o final secreto? Ele nem é tão secreto assim. É o mesmo que estava presente em um dos clássicos. Depois, você só pode controlar Sonic, o jogo não tem opção multiplayer e, logo, o fator replay se torna muito baixo. Você vai terminar e, provavelmente, deixar de lado. Uma decepção, visto que os clássicos tinham um gameplay que beirava a perfeição. Nota: 4 – Controles funcionam, mas a física falha destrói a experiência. Junte tudo isso com um fator replay baixo e faça as contas. A Sega falha novamente.
Spider-Sonic: Quebrando as leis da física desde 2010.
Comentários finais – Sonic The Hedgehog 4: Episode 1 mira alto e tenta trazer a franquia de volta às origens. O problema é que, ao invés de criar uma continuação, a Sega acabou criando um remake. O jogo peca em originalidade e tudo que ele tem já foi visto nos anteriores. Ele perde a essência e esquece de tudo que tornaram os clássicos...clássicos: é apenas mais um platformer. É muito limitado, curto e fácil e definitivamente não vale o dinheiro investido. Os jogadores que não conhecem a franquia provavelmente irão gostar, mas os fãs, que jogam Sonic desde o Mega Drive, assim como eu, devem passar longe. Acaba sendo apenas mais uma tentativa frustrada da Sega. Nota: 4,7 – A série tenta retornar, mas comete erros gravíssimos que estragam aquela que poderia ter sido, talvez, uma das maiores continuações de todos os tempos. Tudo que podemos fazer é esperar e torcer para que a Sega acerte nos episódios seguintes.
---- Gameplay:
Bom, acontece que ultimamente tenho sofrido de um terrível problema chamado “internet lenta”. Devido à isso não consegui gravar nenhum gameplay e infelizmente terei que usar um do Youtube. Peço desculpas e espero que isso não se repita. Confira:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Fala galerinha, hoje eu gravei mais um gameplay do PES 2011 para PC, mas dessa vez mostrando o modo de Criação de Estádios, Conteúdo Extra do game e Galeria. Provavelmente este será o último vídeo postado por mim (incluindo vídeos comentados) do PES 2011, portanto, não postarei mais. Então curtam o gameplay e não se esqueçam de comentar.
Se você está morrendo de vontade de jogar Dead Space 2, talvez você se interesse no prólogo, que se chama Dead Space Ignition -- ele libera conteúdo especial para a próxima aventura de Isaac. Se você já queria baixá-lo, fique sabendo que poderá pegar ele por um preço bem baixo. De fato, você pode pegar Dead Space Ignition de graça.
A EA anunciou hoje de manhã que quem comprar Dead Space 2 na pré-venda vai pegar Dead Space Ignition de graça. Os vendedores participantes te darão um código, e aí você pode correr pra casa e baixar o prólogo de Dead Space 2, que é um gibi animado contendo 3 diferentes mini-games, e mostra como a estação espacial Sprawl entrou em caos. Se você já reservou a loja escolhida por você deve ter um código te esperando, se ela for uma das participantes.
Se você não comprar na pré-venda Dead Space Ignition vai custar $5 na PlayStation Network e na Xbox Live Marketplace. Se você completá-lo irá desbloquear uma "roupa de Hacker" exclusiva, que Isaac poderá usar no próximo jogo.
Comentário: Poxa, bem legal. Eu gostaria bastante de pegar, apesar de que aparentemente não tem nada demais. Espero mesmo é por Dead Space 2.
E aí manolada, tudo bem? Mais uma semana, mais uma análise. E hoje, atendendo ao pedido do nosso amigo Edson, que tem 10 anos e é de Minas Gerais, eu analisarei Sonic Unleashed, disponível para Xbox 360, PS2, PS3, Nintendo Wii e DS. Mais especificamente, estarei analisando a versão de Xbox 360. Confira:
Sonic, o lobinho mau.
História - O jogo começa com uma CG, onde vemos Sonic lutando contra Eggman em sua nave, no espaço. Eggman pega o ouriço, que se transforma em Super Sonic e logo começa uma cena de perseguição. Os dois continuam até chegarem à uma sala, onde Eggman se ajoelha e pede piedade. Surpreso, Sonic baixa a guarda por um instante e é preso, onde são liberados raios que acabam transformando-o em um lobo (ou algo do tipo). As Chaos Esmeralds se espalham por diferentes partes do mundo, e ao mesmo tempo Eggman dispara um raio na Terra, que separa os continentes na esperança de libertar Dark Gaia, um monstro muito antigo que estava adormecido no centro da Terra. O plano dá certo e logo Sonic é jogado lá embaixo novamente, onde acorda e encontra Chip. Juntos, os dois saem para para encontrar as Chaos Esmeralds e pôr o mundo em ordem novamente. Yup, essa é a história. Ela se desvia muito do que Sonic costumava ser lá no Mega Drive, mas estranhamente consegue funcionar e até ser boa, de certa maneira. Mas não possui nenhum atrativo para jogadores mais velhos, visto que a narrativa é infantil e pode simplesmente não ter sentido pra alguns. É mais simples do que a do jogo anterior (Sonic Next-Gen), e isso é bom. Nota: 6 - Apesar de ser bem contada, às vezes parece que simplesmente não combina com a série. Tenta ir alto e até mesmo realizar algo épico, mas falha. Pelo menos ela é boa na maioria do tempo.
Gráficos - Simplesmente matadores. Se conhece o trabalho da Sega, mesmo que um pouco, sabe que ela nunca desaponta nesse quesito. O jogo usa a Hedgehog Engine, que consegue criar gráficos belos e impressionantes. Todos os personagens estão extremamente bem modelados, assim como os cenários, e ver o Sonic correr rapidamente por cenários super detalhados é de tirar o fôlego. As cutscenes são muito bem feitas e as CG's apresentam um detalhamento fora de série. Foi uma grande evolução desde Sonic Next-Gen. Nesse quesito, nada a reclamar. Um ponto adicional também vai para as pessoas, que deixaram de ser super realistas e agora tem um estilo muito mais cartunesco, que combina com a série muito mais do que os anteriores. Nota: 9 - Gráficos vivos, bonitos e impressionantes. Junte tudo isso com o melhor modelo de Sonic em anos e temos um vencedor.
Nãão, mais um jogo de bosta nããão!!
Som - Quase todos os personagens são bem dublados - às vezes temos algum exagero, mas acontece -, e quase todas as vozes funcionam bem. Tirando a do Chip, que consegue ser completamente irritante e dá vontade de jogar o controle na parede. Novamente, acontece. Depois temos a trilha sonora. Agora me diga a verdade: você já viu algum jogo de Sonic que tem uma trilha sonora ruim? Pois é, eu também não. O jogo possui músicas simplesmente fantásticas que elevam a experiência e, depois de certo tempo, acabam viciando. Destaque vai para a Endless Possibilities, música tema do jogo. Enquanto tudo é muito bom e bonito, ainda temos alguns dubladores irritantes que simplesmente não funcionam. E a trilha sonora não pode compensar todo o dano que eles causam para nossos ouvidos. Uma pena. Nota: 7,5 - Ótima trilha sonora, mas vozes exageradas acabam estragando o clima. Chip, morra. Por favor.
Gameplay - O maior desastre do jogo acontece aqui. Enquanto tudo parece funcionar bem, a Sega tem o prazer de cagar no gameplay só pra ver a cara de frustração dos jogadores. Vamos começar pela atração principal do jogo: ele é dividido em dois tipos de fase: a versão com Sonic normal e a versão com o Werehog, o lobinho mau. A versão com o Sonic é, basicamente, um jogo de corrida: você corre por cenários sem parar até chegar ao final. Isso, é claro, morrendo dezenas de vezes no caminho. Você pode pular, deslizar no chão, usar o Homing Attack, dar boost, ir rapidamente para esquerda/direita, seguir a trilha de anéis e, lógico, correr. Tudo funciona bem e responde direito, mas simplesmente não combina com a franquia. Sonic, um personagem que construiu sua fama em platformers inteligentes, com puzzles e bons desafios se transforma em um jogo de corrida. Você vai morrer, mas não é porque é difícil, é porque tudo passa rápido demais. E os inimigos? Eles quase não existem: ficam parados esperando pra morrer. Ele corre em uma velocidade insana que exige um tempo de resposta que o jogador simplesmente não vai ter na primeira tentativa. Tudo se resume à morrer, tentar, morrer, tentar...e continuar fazendo assim até decorar a fase. Frustrante ao extremo. E aí temos o gameplay com o Werehog, que tenta ser uma espécie de platformer, mas falha miseravelmente. Você pode correr, pular, bater (isso mesmo, socar), se agarrar em objetos, etc. Isso sem falar da estranha habilidade dele de esticar os braços, coisa sem explicação nenhuma. O problema é que o gameplay, mesmo funcional, quebra o clima e destrói tudo que o jogo tinha criado antes: você está correndo à toda velocidade e, do nada, vira um lobo lento, sem carisma e que só serve pra distribuir socos em criaturas da noite. E o maior problema de todos é que, enquanto as fases do Sonic duram 5 minutos, as do Werehog duram 30. E você ainda precisa coletar medalhas que são obrigatórias para abrir outras fases. Frustração na certa. Nota: 3 - Foge de tudo que tornou a franquia um sucesso e consegue ser irritante, tanto de dia quanto de noite. Você jogará mais com o Werehog do que com o próprio Sonic, e isso é inaceitável.
Se fode aew nerdão.
Comentários finais - Sonic Unleashed é um jogo diferente, aposta alto e acaba caindo com força de cara no chão. Ele provavelmente irá agradar os fãs da série, mas é estranho para os jogadores que não estão acostumados com a franquia. O gameplay é frustrante, e é preciso muita força de vontade para chegar ao final. Como fã, eu daria uma nota maior, mas como crítico ele possui erros que eu simplesmente não posso deixar de lado. Nota: 5 - Mais uma tentativa frustrada da Sega de inovar e, apesar de conseguir se sair muito tem em alguns quesitos, falha em outros essenciais. Uma pena, Sonic, mas não foi dessa vez.
--------- Confira um gameplay do jogo:
--------------------------------- BÔNUS: Gosta muito do personagem e gostaria de ter ele na sua casa? Bah, isso é muito simples. Tudo que você tem que fazer é baixar esse papercraft oficial lançado pela Sega, imprimir, recortar e montar! Gostou? Então não perca tempo. Você pode ter tudo isso por pequenas parcelas de...err...digo, baixe e imprima. É.