Rapidinha Gênero: Corrida Desenvolvedora: Nintendo Plataforma: Wii
---
O encanador mais famoso do mundo do entretenimento já fez diversas coisas além de salvar a princesa Peach, já foi até médico. E além dos esportes, Mario entrou em cheio no Kart, que desde sua primeira versão no SNES continua divertindo até hoje, agora no Wii.
Novos itens, novas maneiras de ferrar todos vocês!1!
No jogo não há história, você corre e.. corre. Nada mais do que isso. São no total 8 Grand Prix com quatro circuitos cada, para serem completados em três dificuldades, a 50cc (apenas karts), a 100cc (apenas motos) e a 150cc (karts e motos). No geral eles apresentam dificuldades e a maioria dos primeiros são até fáceis de serem completados. A coisa só vai dificultando a partir do final do 100cc. Até um certo ponto as pistas são totalmente novas em Mario Kart Wii, a partir no 5º Grand Prix as pistas são de versões anteriores da franquia. Porém, com ótimas modificações.
Mario Kart não se chamaria Mario Kart se não tivesse os personagens do Reino do Cogumelo, e acredite, até Rosalina marca presença. Sim, aquela mesmo que todos nós vimos em Super Mario Galaxy e em seu sucessor, Super Mario Galaxy 2. No total são 25 personagens, um número bastante expressivo em relação aos MK's anteriores. Para ir desbloqueando carros e motos, basta ganhar as corridas e os Grand Prix. No total são 12 carros e 12 motos diferentes.
O gênero de jogos baseados em corridas de kart cheios de trapassas foi inventado por Mario Kart. Desde 1992, corremos e trapaceamos diversas vezes nossos queridos adversários depois de pegar um item naquelas caixinhas espalhadas pelas pistas. Itens já conhecidos como cascas de bananas, cogumelos que aumentam a velocidade e cascos de tartarugas estão presentes, assim como vários outros itens. Porém, foram acrescentados alguns outros como o Mega Cogumelo, que já foi visto em NSMB de DS que faz o personagem ficar literalmente gigante e esmagar os adversários. Mario Kart Wii tem em torno de 20 itens para infernizar a vida de todos.
Junta todo mundo aew, vou bater uma foto.
O jogo se torna ainda mais divertido se jogado com a família e com os amigos. Se você não tem uma família e nem amigos, pode tentar a sorte jogando online. Não tive a oportunidade de jogar o jogo pela Nintendo WFC (Wi-Fi Connection) mas dizem que é o melhor jogo para se jogar online no Wii e que é diversão na certa.
A jogabilidade agrada a todos, você pode jogar com o Wii Wheel (segurando o controle como se fosse um volante), com o Nunchuk, com o Classic Controller e até com o controle do Game Cube. Com o Wii Wheel não temos uma certa precisão em determinadas curvas, o que acaba dificultando um pouco a jogatina com ele. Para os que ainda não se adaptaram aos controles do Wii, o Classic Controller e o controle de Game Cube são ótimas opções.
Os gráficos são muito bons, algo já visto em Mario Galaxy e que se repete aqui. Cenários belíssimos e carros bem detalhados. Porém, como o jogo pode ser jogado com até 4 pessoas, o chamado Split Screen, os gráficos sofrem uma perda de qualidade notável. O som conta com boas músicas, algumas refeitas de jogos antigos da franquia e outras novas.
Meldels, o que está acontecendo com DK?!
Mario Kart continua divertido e original como sempre, nesta nova versão aparecem cerca de 12 novos circuitos e alguns novos personagens e novos itens. Podendo ser jogado desde 4 pessoas (Split Screen) até 12 (online via Nintendo WFC). Uma pena a jogabilidade não ser muito precisa com o Wii Wheel e os gráficos terem uma perda de qualidade notável no Split Screen.
O Veredicto
História: N/A - Não há história. Gráficos: 9 - Muito bons, cenários belíssimos, carros e personagens bem detalhados. Som: 8,5 - Músicas novas e algumas refeitas de jogos antigos da franquia. Gameplay: 9 - Jogo extremamente viciante, conta com uma boa jogabilidade e com um fator replay muito grande. Nota final: 8.8 - Ótimo.Recomendado!
---
Confira um gameplay do Youtube:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Meu primeiro contato com um jogo musical aconteceu no PS2. Foi por volta de 2007, quando eu vi Guitar Hero III rodando no console e resolvi jogar. Achei incrível: diferente, original, ótimas músicas e, acima de tudo, era divertido. Comecei a gostar da franquia e procurei os jogos antigos, à ponto de conhecer mais. Era ótimo, de verdade. Depois veio o World Tour. Era bom, eu gostei, apesar de ficar um pouco decepcionado. Depois veio aquele do Aerosmith, o do Metallica, o do Van Halen, o 5, o Warriors of Rock... e Guitar Hero morreu.
Mas não é tão simples assim. Para se entender porque ele morreu, primeiro tem que se entender as coisas que o tornavam diferente. A fórmula dele. Aquele negócio de acertar as notas musicais, tudo ao som de uma boa banda de rock - nem sempre, mas essa era a proposta. Era divertido para os novatos, no Easy, e para os veteranos, no Expert, além de não ser aquela coisa infantil com o que estávamos acostumados. Mas, se parar pra pensar, é uma fórmula que, desde o começo, estava destinada ao fracasso. É um tipo de gameplay que impressiona à primeira vista, é divertido durante uns anos e logo enjoa. Se eles quisessem manter a franquia viva, tinham que inovar, mas sem se perder. E foi aí que eles erraram.
Rock Band chegou com gráficos muito melhores do que os do Guitar Hero, além de vir com uma banda completa, o que, na época, era fantástico. Guitar Hero copiou, mas não foi a mesma coisa. Eles começaram a lançar jogos baseados em vários artistas/bandas de sucesso querendo ganhar mais alguns trocados - sendo que, ao meu ver, o único desses com qualidade foi o do Metallica - e, enquanto fez sucesso por um tempo, os jogadores logo começaram a perder interesse. Não tinha mais graça. Tudo isso poderia ter sido tolerado se os jogos tivessem qualidade, mas, por incrível que pareça, ele começou a perdê-la. O 3 foi ótimo, o World Tour, mediano, o do Aerosmith não tem sentido nenhum e assim continua. Foi ficando besta, repetitivo. Alguns jogos até tinham músicas já vistas anteriormente na franquia.
Dica de sucesso: Convide famosos. Vende mais.
Depois veio Rock Band 2, deixando Guitar Hero ainda mais de lado e sendo visto por muitos críticos como o melhor jogo musical de todos os tempos. E depois começaram a vir várias variações idiotas como Band Hero e a coisa toda começou a ficar sem graça. O sabor do gameplay estava na originalidade, era único. E agora poderia ser encontrado por todos os lados em qualquer jogo musical de quinta categoria. Até mesmo o LEGO entrou na jogada. E foi indo assim até o estado em que está agora: Guitar Hero: Warriors of Rock é possivelmente o último da franquia, e é ruim. Ninguém mais tem interesse na série, senão os fanboys. Talvez nem mesmo eles ainda tenham.
Talvez GH nunca tenha ficado ruim. Talvez só tenhamos perdido o interesse no gameplay depois de anos e anos jogando sem parar. Talvez a culpa seja nossa. Ou talvez seja da desenvolvedora, que resolveu lançar vários jogos em um curto período de tempo pra ganhar mais, muitas vezes sem trabalhar direito neles. Talvez sejam dos concorrentes, que copiaram o estilo do jogo e o deixaram de lado, na sombra, e acabaram com a originalidade do título. Mas não importa. A franquia teve sua chance, usou e a perdeu. Não tem mais interesse, não tem mais fãs. Guitar Hero está morto.
Rapidinha Gênero: Plataforma Desenvolvedora: Hudson Plataforma: Wii
Em Lost in Shadow, você é um garoto que por um descuido, tem sua sombra jogada do alto de uma torre gigantesca. E para isso você vai ter que subir todos os andares desta tal torre para recuperar o seu corpo. A história é muito simples, é contada pelas cutscenes (que são muito raras de se ver) e por algumas imagens acompanhadas de falas de alguns personagens. De cara já podemos perceber que tudo se passa no segundo plano, onde os objetos do primeiro plano formam as sombras para o segundo.
Subir uma torre gigantesca não é tarefa fácil para uma sombra, para isso você conta com sua fadinha Spangle, que te acompanha em todo jogo e serve para solucionar puzzles do primeiro plano. O começo do jogo se parece com os primeiros jogos da franquia Prince of Persia, onde o seu único objetivo é saltar de plataformas e matar alguns inimigos que aparecem em seu caminho. Os desafios e puzzles são bastante repetitivos e previsíveis, quando você não achar uma solução logo de cara, basta apontar o Wii Remote para a tela e segurar o botão B para que Spangle o ajude a achar algum objeto no primeiro plano para ser movido ou retirado. Logo, isso torna o jogo um pouco enjoativo e fará com que você pare de jogar um pouco para jogar mais tarde.
A torre é dividida em áreas, são diversas áreas e cada uma dessas áreas tem suas respectivas fases, para se passar de cada fase é preciso coletar os três itens que cada uma tem, os chamados MonitorEyes, a maioria deles são fáceis de se achar, basta ter um pouco de paciência para encontrá-las. Outra coisa que também tem em todas as fases são os Shadow Corridors, como o próprio nome já diz é um corredor, não é exatamente um corredor mas é um lugar onde você terá que passar para seguir em frente na fase. Ele não pode ser pulado e se você quer passar de uma parte na fase você terá que passar por ele, na maioria das vezes eles costumam ser mais desafiadores do que as fases em si. No início você recebe uma espada, que no decorrer da jogatina será substituída por outras duas que darão mais habilidades ao jogador, com a primeira espada você matará os inimigos e só. Com a segunda você além de poder matar os inimigos poderá também ser "transportado" para o primeiro plano, através de portais escondidos em algumas fases. Já a terceira, bom, ela não tem muita coisa demais, apenas aumenta um pouco da sua força e te ajudar a passar de algumas fases especiais. Lembrando que apenas os inimigos de olhos vermelhos podem ser matados com a espada, os inimigos de olhos azuis só podem ser derrotados solucionando alguns puzzles, que é o que não falta no jogo.
O jogo também pode ser muito frustrante, primeiro porque em muitas vezes você confunde o primeiro plano com o segundo e acaba pulando objetos que só aparecem depois no segundo plano e sofrendo dano com isso ou ás vezes até morrendo quando você está pulando entre plataformas. E como se isso já não fosse uma sacanagem você ainda tem que voltar em vários lugares da torre para recuperar alguns objetos que foram deixados para trás e que são necessários para avançar no jogo.
As sombras ficaram simples mas os cenários ficaram belíssimos, alguns são banhados pela luz do sol e outros pelas lâmpadas que ficam espalhadas pela torre. Já a movimentação do personagem.. que coisa tosca. Seja ela em 2D ou em 3D (quando está controlando no primeiro plano). Já o som, não existe músicas e sim um ambiente acústico que te prende mais ao jogo e deixa um ar de suspense que fica desde o início até o fim do jogo.
A jogabilidade é boa, simples e responde corretamente. Analógico do Nunchuk para movimentar o personagem, A para pular (não há pulo duplo) e B para atacar e solucionar puzzles no primeiro plano. O único contra em relação a jogabilidade é que eles poderiam ter colocado um botão para atacar e outro para solucionar os puzzles com Spangle pois ás vezes ele acaba atacando alguma coisa quando você queria apenas solucionar algum puzzle. Depois de completar o jogo não tem muita coisa para fazer, apenas coletar o restante das 90 memórias que foram deixadas para trás, o que aumenta a vida do personagem. Quando um inimigo é morto ele libera pontos de experiência, que são usados para elevar o nível, e pontos de vida, para recuperar a vida.
Lost in Shadow é um jogo que merece receber uma chance, é claro que ele poderia ser menos repetitivo e com puzzles mais desafiadores mas mesmo assim foi um bom jogo produzido pela Hudson depois de tanta tralheira ser lançada. Tem uma história simples, gráficos bons e uma jogabilidade bem fluída. Consegue prende o jogador por um tempo médio de 20 horas com seu suspense, mas as fases e os puzzles acabam se tornando previsíveis mesmo antes de serem feitos.
O Veredicto
História: 6 - Simples, não serve para agradar ninguém e sim para por a sombra de um garoto em algum lugar de um castelo para que o corpo seja recuperado. Gráficos: 8,5 - Visual muito bem trabalhado, sombras simples mas tudo no primeiro plano bem trabalhado. Som: 7 - Não há música alguma, o som ambiente é o que predomina e dá um suspense ao jogo. Gameplay: 8 - Boa jogabilidade, porém fases com desafios e puzzles bem previsíveis e fáceis. Nota final: 7.3 -Bom.
Rapidinha Gênero: Plataforma Desenvolvedora: Good-Feel Plataforma: Wii
----
Rosa, estranho, fácil e surpreendentemente divertido
Eu vou ser sincero: sempre achei o Kirby meio gay. Seja pela cor rosada do personagem, pelo estilo extremamente infantil ou pelo fato de eu simplesmente não ir com a cara dele. Nunca joguei mais do que alguns jogos da franquia e, sério, nunca terminei nenhum. Mas, curiosamente, Kirby's Epic Yarn me chamou a atenção. E eu dei uma chance à ele. E não estou decepcionado.
Não é muito másculo, mas.... Hey, você joga Wii.
Eu gosto da Nintendo por um motivo: ela está sempre buscando maneiras de renovar os seus personagens e manter o interesse do público. O que me atraiu para KEY foi o conceito: um jogo feito de fios. O mundo todo parece feito de pano, e isso é fantástico. E não só funcionou, como tornou o jogo um dos melhores platformers do Wii. Com alguns deslizes, claro, mas nada que a genialidade não compense.
Na trama, Kirby está caminhando por Dream Land quando vê algo que parece ser um tomate, de aparência estranha, e decide comer. Porém, o negócio, chamado "Metamato", pertencia a um malvadão chamado Yin-Yarn, que fica furioso com Kirby e o suga para dentro de sua meia mágica (?). A bola acorda em Patch Land, onde tudo, incluindo ele, é feito de fio, tornando seus poderes inúteis. Ele salva um jovem princípe chamado Fluff usando os poderes dados pelo Metamato para se transformar, e Fluff explica que Yin-Yarn separou os fios que seguram Patch Land em um pedaço só. Ele, então, precisa encontrar 7 peças do fio que mantém o mundo unido para restaurar Patch Land.
Tudo isso é, essencialmente, uma desculpa pra colocar o personagem em Patch Land e começar o jogo. Não é muito boa, não faz sentido e é extremamente infantil - extremamente, de verdade. A Nintendo nunca apostou em roteiros complicados, é verdade, mas eles costumavam servir pra todo mundo. Se você é um jogador mais velho, dificilmente aguentará ficar ouvindo a história, que é até mesmo contada em formato de livro infantil. Mesmo assim, as crianças vão amar. E, considerando que o jogo se foca nelas, e não em você, gamer obeso de 30 anos, ele faz tudo da maneira que deve ser feito. Se você deixar um pouco sua dignidade de lado e não tiver vergonha, pode até acabar gostando. Só não deixe os seus amigos verem.
Agora é moda colocar a palavra "Epic" em nome de jogo. Daqui há pouco chega Mario Epic Tennis.
Como Kirby é feito de fio e não consegue mais usar sua habilidade tradicional, o personagem ganhou uma espécie de "chicote" - que é, adivinhe, um fio - que serve não apenas para derrotar os inimigos, como também pra abrir caminhos secretos e coisas do tipo. Isso não muda muito a jogabilidade e funciona muito bem, além de aumentar as possibilidades do jogo. O problema é que, se você estava procurando um desafio (existe alguém que procura desafio em jogo de Kirby?) não encontrará nenhum aqui. O jogo foi feito tendo em mente as crianças, logo, tudo é ridiculamente fácil. O personagem não pode nem morrer: ele é trazido de volta ao cenário. Eu ficaria mais feliz se ele sofresse uma morte sangrenta ou algo do tipo, mas é algo que dá pra levar sem problemas.
Se você quiser um desafio extra, pode tentar pegar todos os colecionáveis. São muitos e, embora não sejam a coisa mais difícil do mundo, oferecem um tempo à mais na frente do console. O jogo tem muitas fases, um multiplayer ótimo e controles precisos. Num platformer, isso é basicamente tudo o que você pode querer.
Se você não ficou envergonhado em gostar da história, certamente ficará em gostar do jogo em si: ele leva a palavra "fofura" ao extremo. Os gráficos são bem coloridos e gays, assim como as fases, e o estilo único usado nele é fantástico. O conceito de um mundo feito de fios é original, e a execução fez dele algo memorável. É uma coisa que poderia ser usada em outros jogos e funcionaria mesmo assim. Ele tem um dos mais bonitos gráficos do Wii, e tudo que precisou fazer pra isso foi adotar um estilo simples. E gay.
Mais assustador do que Resident Evil 5... Sério.
A trilha sonora é ótima para cada fase. As músicas caem bem e ajudam a criar o clima certo do jogo. Para uma criança, é realmente encantador. Os personagens, como de costume, não falam, e só temos a voz do narrador pra te acompanhar durante a história. Não é grande coisa, mas ele cumpre seu papél. E pelo menos ele não parece gay. Só um pouco.
Mesmo assim, o jogo definitivamente não vai agradar à todos. Se você é um fã de Gears of War, God of War ou algo do tipo, vai passar longe. Pra alguns jogadores, ele pode ser realmente entediante, principalmente tendo em conta seu ritmo lento e suas músicas de ninar. O jogo poderia ter sido infantil, mas acabou sendo demais. Não é infantil como Mario, mas como Teletubbies. E, como tudo que tem seu lado bom, também tem um lado ruim, o fato do jogo ser extremamente fácil tira um pouco da sua diversão. Sem falar que todas as fases já foram vistas em jogos passados da Nintendo: tem a de gelo, a da praia, e assim por diante.
No fim, não tem como negar que KEY é um platformer exemplar. Ele tem todos os elementos necessários: criatividade, bons controles e um personagem carismático. Alguns olharão para ele com vista grossa devido à sua aparência gay, mas.... Que seja. Não importa que visão você tenha sobre o jogo. Assim que colocá-lo no console e começar a jornada, ficará maravilhado. E, se não ficar, isso só pode significar uma coisa: você tem um coração de pedra. Procure ajuda. Sério.
O Veredicto
História: 7,5 - Simples e extremamente fofa, deve agradar alguns e irritar outros. De todo modo, você sempre pode pular as cutscenes. Gráficos: 9,5 - Estilo genial aplicado de maneira genial, o que resulta em algo igualmente genial. Espero ver mais disso em breve. Som: 8 - Boa trilha sonora, como é de costume por parte da Nintendo. Pode dar sono em alguns momentos, mas não faz mal. Gameplay: 9 - Jogabilidade ótima, multiplayer que funciona e controles simples. E o melhor de tudo: é divertido. Nota final: 8.5 - Ótimo.
-- Confira um gameplay do jogo:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Gênero: Ação Desenvolvedora: Eletronic Arts Plataforma: Wii
---
Os Simpsons já estrelaram jogos de corrida, skate e até mesmo luta livre, todos não deram muito certo no final das contas, foram um fracasso de vendas e receberam notas baixas da crítica. Foi em Hit & Run que a família mais divertida da TV conseguiu finalmente, um bom jogo. Será que em The Simpsons Game aconteceu o mesmo?
Na trama, Bart vai para a loja de jogos e convence o vendedor à lhe deixar comprar o novo e violento Grand Theft Scratchy, que logo é confiscado por Marge. Enquanto Bart resmunga, um manual de videogame cai do céu, bem na sua frente. Após dar uma lida, o garoto descobre que ele e sua família tem poderes especiais. O jogo é dividido em episódios, na versão para o Wii não há mundo aberto, presente apenas nas versões para os consoles HD. No total são 16 episódios, quase uma temporada. Cada episódio tem sua própria história , alguns são continuações de outros. Não apresentam dificuldade elevada e são até bem fáceis de serem completados, basta ter um pouco de paciência, pois alguns são bem cansativos em questão de tempo. Há cutscenes para cada episódio, em alguns episódios podem ter 2 ou mais, parecendo muito com um episódio atual da série.
As histórias de cada episódio são bem simples de se entender, mesmo você não tendo um bom conhecimento do inglês, você poderá saber do que se passa através das cutscenes, que podem ser puladas. Pena que os episódios apresentam elementos já bastante conhecidos pelos fãs da série, como um ataque alienígena causado por Kang e Kodos, um ataque de estátuas gigantes, etc. Desaponta os fãs mas alegra aos novatos. Há também referências a jogos como GTA e Medal of Honor.
Os gráficos do jogo ficaram fiéis a série, tanto os moradores quanto os lugares de Springfield ficaram exatamente como são na série. Mas o que realmente se parece com um episódio são as cutscenes que, se comparadas a um episódio atual da série, não há diferenças. Já os gráficos do jogo em si não ficaram exatamente iguais a série, o que não tira o mérito da parte gráfica do jogo. A EA certou em cheio deixando as cutscenes e os personagens parecidos como são na série do que em 3D, como foi em Hit & Run. Um ponto negativo é que alguns vídeos durante um episódio misturam os gráficos do jogo com os gráficos das cutscenes.
O som do jogo é composto pelas vozes, músicas e sons das fases. As vozes dos personagens foram dubladas pelos dubladores americanos da série. Não há muita música no jogo, o ritmo ela fica de acordo com o que se passa na fase, cumpre seu papel. Os sons de algumas fases não ficaram bons, ruídos de algumas fases "machucam" os ouvidos e farão você querer abaixar o volume da televisão, como na fase da fábrica.
Os controles são simples e respondem bem, o que não é bom é o fato de você ter que fazer certos movimentos com o Wii Remote e o Nunchuk para realizar alguns especiais dos personagens. Todos os personagens tem seus especiais, que são ganhados ao longo do jogo. Todas fases são jogadas por dois personagens, em algumas podem ser Bart e Homer, Lisa e Bart, Marge e Lisa, etc. E também possuem itens colecionáveis para os personagens que estão sendo controlados, na maioria das vezes alguns são difíceis de ser encontrados e você acabará desistindo de pegá-los.
The Simpsons Game tem gráficos fieis a série, sons quase bons (se não fosse pelos sons de algumas fases), histórias para os episódios bem meia-bocas e, por causa dos movimentos, jogabilidade um tanto quanto confusa. Consegue agradar aos que pouco conhecem a série, mas desaponta aos fãs por não ter um mundo aberto e por ter elementos já conhecidos na série.
O Veredicto
História: 7 - Cada episódio tem sua história, alguns são continuações. Pena terem histórias meia-bocas e elementos já vistos na série. Gráficos: 8 - Fiéis a série, cutscenes iguais a episódios atuais da série e gráficos do jogo em si quase iguais. Pena alguns vídeos no decorrer das fases misturarem os gráficos do jogo com os das cutscenes. Som: 6 - Dubladores americanos fizeram as vozes que nós vemos nos episódiose músicas razoáveis, sons de jogo farão você querer abaixar um pouco o volume da televisão. Gameplay: 7.5 - Tem um número de fases pequeno e a jogabilidade seria boa, se não fosse pelos movimentos para fazer certos especiais. Nota final: 7.1 - Bom
---- Confira dois gameplays do jogo:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
2010 acabou, e foi um grande ano para os games. Vários jogos e franquias amadas, novos consoles, novas tecnologias... e, é claro, um novo blog, o Blog do Gamer. E, agora que o ano acabou, decidimos olhar pra trás e escolher as melhores partes dele. Como é a primeira premiação, nos limitamos ao básico: os jogos, consoles e personagens do ano. E, pra não dizerem que fomos injustos, deixamos você, leitor, fazer sua escolha. Agora você confere os resultados em duas categorias: a escolha dos editores, a nossa, e a dos leitores, a sua. Confira e comente:
Esse post encerra o ano pro blog, e pra você também. Então saia, jogue videogame, assista TV ou vá beber e comemorar o fim de ano.
Gênero: Futebol Desenvolvedora: Eletronic Arts Plataforma: Wii
---
Fifa é uma franquia que evoluiu muito de alguns anos para cá, principalmente em sua jogabilidade e em seus gráficos. Jogos de esportes como tênis, beisebol e golfe se encaixam perfeitamente com as funcionalidades do Wii Remote, pois todas as ações são feitas com as mãos. Já futebol, não. A EA errou feio em colocar movimentos para realizar jogadas em Fifa Soccer 09 e em Fifa Soccer 09 All-Play. Corrigiu grande parte desses erros em Fifa 10, mas não todos. O seu sucessor, Fifa 11, além de corrigir todos os erros restantes, incluiu mais novidades e modos de jogo.
Os gráficos continuaram os mesmos da versão anterior, jogadores magros, altos e construídos com visual cel-shading, parecendo um desenho animado e lembrando um pouco Fifa Street, o que é bom pois torna a versão para o Wii, uma versão única, completamente diferente das outras versões do jogo. A movimentação dos jogadores também permaneceu intacta, assim como os estádios, o campo, os torcedores, etc. O problema da versão anterior era de os jogadores não terem seus rostos bem detalhados, infelizmente, o problema continua nesta versão. Apenas os jogadores mais famosos possuem seus rostos mais detalhados e mais parecidos como são na vida real, como Kaká e Cristiano Ronaldo.
O som não mudou muito em relação ao anterior, algumas semelhanças são a narração e os sons de jogo. Mas uma grande novidade é que agora nós ouvimos tanto alguns jogadores, quanto os técnicos gritando algumas jogadas. Isso se torna ainda melhor quando descobrimos que além de gritos em inglês e espanhol, nós também ouvimos em português, francês e outros vários idiomas, variando da nacionalidade de cada jogador ou do local da partida. Pena que eles são repetitivos e sempre com as mesmas vozes. O que acaba tirando um pouco do brilho da parte sonora do jogo. Algumas músicas inclusas nesta versão podem ser encontradas também nas outras versões do jogo. Havendo pouca variação.
Chegou a hora de falar da jogabilidade.. sim, ela sofreu alterações que deixaram o jogo um pouco mais realista de se jogar e quem jogou a versão anterior não terá grandes dificuldades para se acostumar. Antes para se chutar, usávamos o movimento no Wii Remote, o que era bem chato. O botão que fica para fazer a função do chute agora é o B, que agora tem sua barra de força. Para tocar usamos o A e para cruzar pressionamos o A até uma determinada força que pode ser medida na barra que aparece logo abaixo do jogador selecionado. As setas fazem os dribles mais simples, quando o C é pressionado ao mesmo tempo o drible já é outro, mas o jogador tem que ter um nível de habilidade maior para efetuá-lo com perfeição. Para movimentar os jogadores usamos o analógico do Nunchuk. Balançando o Wii Remote o jogador dá o famoso carrinho e balançando o Nunchuk o jogador faz o "balão".
Quanto aos modos de jogo, eles não sofreram grandes mudanças. Os campeonatos, taças e copas nacionais e internacionais continuam os mesmos. A diferença fica por parte do novo modo de carreira, o Streets to Stadiums, tudo acontece da seguinte maneira nele. Você cria seu jogador e começa jogando nas ruas, em um time de rua qualquer, até no final do ano para que um time profissional o contrate para que você jogar nele. Ao longo disso temos os fame moments e os pontos de experiências. Ambos são conseguidos ao longo das partidas. Ah, e as partidas de rua podem ser jogadas assim como as partidas de exibição (amistosos), com qualquer um dos times do jogo. Ficando os 5 jogadores (1 goleiro e 4 na linha) melhores de cada equipe.
A EA conseguiu melhorar e inovar o já melhorado e inovador Fifa 10. Acrescentando um novo modo de carreira e de amistosos. Inovando até mesmo nos sons e nos gráficos, deixando a aparência dos jogadores mais conhecidos um pouco mais parecida de como são na vida real, pena que não foi a aparência de todos os jogadores. A jogabilidade foi melhorada deixando o jogo mais rápido.
O Veredicto
Gráficos: 8 - Continuam os mesmos em relação ao anterior. Jogadores com um visual cartunesco, altos, magros e criados com visual Cel-Shading. Som: 7.5 - Sons de jogos e narração continuam bastante semelhantes. Novidade fica para as novas músicas e para os gritos que podem ser ouvidos vindo de jogadores e técnicos. Que apesar de serem em várias línguas são bem repetitivos e costumam ter as mesmas vozes Gameplay: 8 - Jogabilidade com alterações que a deixaram melhor, campeonatos e copas intactas. Inclusão do modo Streets to Stadium, fator Replay maior. Nota final: 7.8 - Bom. ----
Confira um gameplay:
-Gameplay-
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Gênero: Plataforma/Aventura Desenvolvedora: Junction Point Studios Plataforma: Nintendo Wii
----
Você pinta como eu pinto?
Eu cresci como um grande, grande fã da Disney, principalmente do Mickey. Passava tardes e tardes assistindo seus antigos cartoons e ficando fascinado com o nível de criatividade que o personagem possuía. Ele era um icône, adorado tanto por crianças como adultos. Mas o fato é que Mickey não é mais o que costumava ser. O personagem foi infantilizado ao extremo, deixou de ser cômico e herói e se tornou um amigão da criançada, apenas mais um personagem infantil descartável com programas idiotas e nenhum jogo bom em recente memória. Ele perdeu sua glória. E é procurando resgatar essa glória que aparece Epic Mickey, jogo diferente com uma visão sombria e única. Será que ele consegue ou Mickey já passou de sua hora e deve, também, cair no esquecimento?
Acredite, essa imagem diz muita coisa sobre o jogo. Ou não. Sei lá.
Ah, Mickey.. Não consegue ficar sem fazer besteira. Dessa vez, o atrapalhado personagem acorda em uma manhã e entra na oficina de Yen Sid, que estava criando um mundo para personagens esquecidos e/ou rejeitados, Wasteland. Ao mexer um pouco com a magia do lugar, acaba criando um monstro, que destrói Wasteland por completo. Apavorado, o rato tenta consertar o que fez, mas só piora a situação. Então, foge e volta para seu quarto. Meses se passam e Mickey se esquece do que havia feito até que, enquanto dormia, é puxado para dentro de Wasteland - pelo monstro que havia criado. Ele acorda, conhece Gus, um gremlin, e tenta achar uma maneira de voltar pra casa. É claro que nem tudo é tão simples, pois Mickey também descobre que a cidade, agora destruída e atormentada, está daquele jeito por sua culpa, e que ele deve deter o monstro - chamado Shadow Blot - que ele tinha criado, antes de partir. Vários personagens aparecem ao longo da jornada, desde Smee e Capitão Gancho até Horace Horsecollar, e cada um tem algum tipo de pedido pra você. Logo, você tem duas opções: ajudar à todos que aparecem no seu caminho e gastar muito mais tempo do que o necessário, ou ser mais direto e fazer o que é preciso sem perder tempo. Cada escolha afeta o modo como as pessoas te tratam, a ordem dos acontecimentos e o final que você verá. Ajude à todos e ganhará um final bom, onde todos se dão bem e ficam felizes. Passe direto e conseguirá um final um pouco pior, com sonhos destruídos e personagens arruínados. Isso realmente dá uma bombada no fator replay, pois é muito interessante ver cada um dos finais, assim como os efeitos das diferentes escolhas que você faz ao longo do jogo. E a história ajuda ainda mais, pois traz personagens e acontecimentos extremamente bem desenvolvidos e pode ser considerada o melhor roteiro que o Wii viu esse ano.
Junto com muitos personagens, também vem muitas missões secundárias, e esse é um dos maiores problemas do jogo. Quase todos os moradores com quem você fala ou é obrigado a falar te dão algum tipo de missão, que ficam se acumulando ao ponto de que você acabe se esquecendo do que ainda precisa fazer. É super comum, por exemplo, ter mais de 5 missões ativas ao mesmo tempo, com cada uma exigindo que você vá para partes totalmente diferentes de Wasteland. Mickey parece um pau mandado e você fica o tempo todo buscando livros perdidos, ou procurando itens pra aquele personagem chato, ou cumprindo missões dentro das missões secundárias (?) pra tentar ganhar Power Sparks e finalmente avançar. Todo o entusiasmo que existia no começo do jogo se perde e ele logo se torna chato, e essas seções parecem intermináveis.
O bom é que quando elas finalmente terminam você pode jogar de verdade e experimentar o que o jogo realmente tem pra oferecer. A jogabilidade é baseada no uso de tinta e solvente. A tinta cria, o solvente apaga. Cada cenário principal possui uma quantidade gigantesca de caminhos alternativos que podem ser explorados usando a habilidade de cada um. Sabe aquela pedra que parece um pouco mais clara que as outras? É bem possível que tenha algum tesouro escondido atrás dela. E as decisões não param por aí, pois até o modo como você quer enfrentar os inimigos fica à sua escolha. Você pode simplesmente derrotá-los com o solvente ou usar a tinta para deixá-los amigáveis e fazer com que te ajudem. Você é obrigado a explorar se quiser seguir adiante e, embora a exploração seja divertida, os problemas aparecem quando se está pegando embalo...
Cartoons clássicos são recriados em fases clássicas com estilo clássico e gameplay clássico. Eita.
Então você está lá, depois de uma cutscene incrível e uma escalada insana ao topo da montanha. Até que chega seu amigão, Gus, e diz: "Mickey, pra abrir aquela porta teremos que encontrar 5 válvulas e ativá-las, é a única maneira". Ok, parece divertido. Até que você para, gira a câmera, olha o cenário e percebe que é uma montanha gigantesca. Ah, pronto, acabou a diversão. E missões desse tipo acontecem em TODOS os cenários. E os cenários são enormes, o que te leva a ficar incontáveis minutos procurando sem parar até encontrar tudo que é necessário para prosseguir. E, embora a jogabilidade funcione, não há quem aguente esse tipo de repetição. Repetição essa que não para por aí, pois até os cenários 2D, que são bons, se repetem várias e várias vezes. Eles são a "passagem" dos cenários. Se quer ir pra Ventureland ou Mickeyjunk, tem que passar por um deles. E você tem que ir e voltar muitas vezes, o que torna a repetição ainda maior. Por sorte, os controles são bons e o jogo sabe intercalar essas missões tediosas com um pouco de ação de verdade e uma história fascinante, então você raramente ficará entediado. E sim, a câmera tem vida própria e tende a sair do lugar, mas pode ser consertada. Fica a dica: aperte C para centralizá-la no personagem novamente. E, se estiver tendo problemas com ela durante uma luta, aperte e segure C para que ela fique centralizada no inimigo. Simples, não?
O que realmente cria uma experiência fantástica é o visual do jogo. Os gráficos definitivamente não são os mais bonitos do Wii, mas o nível de detalhes e as referências fazem todos os defeitos que eles poderiam ter insignificantes. Dá pra notar que cada cenário foi construído com um cuidado enorme e é isso que torna o jogo especial: ele transpira Disney por todos os poros. Cada personagem, cada cartoon, cada colecionável e cada cenário tornam ele obrigatório pra qualquer fã do rato e da Disney em si, e fazem todas as missões secundárias idiotas valerem à pena. Como foi prometido, não é aquela coisa infantil e o jogo possui um visual bem dark que, embora não chegue a dar medo e nem seja aquela coisa bizarra e distorcida que prometeram, é legal de se ver e dá uma idéia diferente de lugares e personagens já conhecidos. Nesse quesito, Epic Mickey realmente impressiona.
Por incrível que pareça, Oswald é mais legal que Mickey. Vamos torcer para que façam Epic Oswald agora.
Mas e o som? Mickey não é mudo como grande parte dos heróis de videogame, mas mesmo assim não diz nada no jogo. Bem, não com a voz pelo menos. Todos os diálogos são contados em legendas, e os personagens apenas fazem pequenos gemidos (não pense besteira, pervertido), que são suas "falas" no jogo. A trilha sonora varia conforme o lugar e a situação (ficando mais calma enquanto está na cidade, seguro, e mais agitada em momentos críticos) e, embora não seja aquela perfeição toda, é realmente muito boa. É incrível ver como conseguem fazer tanto com tão pouco, e dar carisma à personagens que nem mesmo soltam uma fala concreta ao longo do jogo.
É uma experiência imperdível para todos os fãs de Disney. Controles bons, cenários incrivelmente gigantes, exploração quase que infinita e um fator replay muito bom. Ótimo visual, gráficos inspiradores, uma grande quantidade de extras e personagens esquecidos no tempo. Mas a pergunta é: ele realmente consegue alcançar todo o hype que criou?
Weeee!
O jogo, infelizmente, não consegue alcançar a expectativa gerada. A visão de Warren Spector, muito mais sombria e paranóica deu lugar à algo mais amigável e livre. A habilidade com a tinta e o solvente é bem limitada e, diferente do que foi dito, você simplesmente não pode sair criando ou apagando o que quiser. Embora o mundo seja vivo e com vários moradores, muitos deles são iguais e não têm nada de interessante pra falar ou adicionar, e a confusão provavelmente vai tomar conta da sua mente quando houver mais de 10 missões acumuladas e nenhuma pista do que se deve fazer. E você, que só fala português e não tem a mínima noção de inglês, ficará parado nos primeiros 5 minutos de jogo, porque o conhecimento da língua se torna extremamente necessário se quiser prosseguir. Objetivos e gameplay repetitivos chegam a ser frustrantes, e tanta exploração, de vez em quando, pode irritar. Os combates não são mil maravilhas, também, e o caminho para pegar o final "bom" pode ser longo e estressante, o que resulta em atalhos que acabam te levando ao final "ruim" (como eu).
Mas é um fato que mesmo se esses problemas fossem multiplicados por mil não conseguiriam tirar a genialidade de Epic Mickey. O jogo consegue, com sucesso, trazer de volta o Mickey cômico e aventureiro de antes e resgata um pouco o espírito de herói do personagem. Relembra antigos personagens, tão bons, que caíram no esquecimento e que nem deveriam estar lá, rejeitados. E, o principal: consegue ter toda a magia que a Disney havia antes de se perder em séries como Hannah Montana e filmes como Camp Rock. É uma grande homenagem ao que a Disney já foi, e que talvez nunca mais venha a ser. E, nesse sentido, Epic Mickey realmente é épico.
O Veredicto História: 9,5 - Antigos personagens relembrados e um roteiro interessantíssimo que fará o jogador ficar colado na TV, querendo chegar ao final do jogo. Coisa rara de ser vista no Wii. Gráficos: 7,5 - Não são os melhores do Wii e podem ser bem feios em certos momentos, mas os cenários superdetalhados compensam esse tipo de problema. Som: 8 - Mesmo sem vozes o jogo consegue fazer um trabalho competente nessa parte. Afinal, é Disney. Gameplay: 7 - Funciona, mas é limitado e cheio de missões idiotas que poderiam ter sido tiradas. E não fariam falta. Sério. Nota final: 8 - Muito bom. Recomendado!
----
Confira um gameplay:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Gênero: Plataforma/Aventura Desenvolvedora: Sonic Team Plataforma: Wii
---
É difícil decidir qual o estilo certo que Sonic deve seguir. O personagem já foi cavaleiro medieval, virou lobo, lutou contra deuses e impediu a destruição do mundo inúmeras vezes, mas não consegue ter um jogo bom há mais de 10 anos. E, por mais que corra sem parar, parece que nunca mais vai conseguir alcançar Mario, seu rival de longa data. Dessa vez a SEGA tenta a sorte com Sonic Colors, título que prometeu trazer de volta, melhorada, a jogabilidade vista em Sonic Unleashed, adorada pelos fãs. Será que ela finalmente acertou ou essa é apenas mais uma tentativa frustrada?
Sonic e a trupe do mal -n
Depois de aparentemente desenvolver um remorso pelo seu passado, Dr. Eggman abre um parque de diversões no espaço, que conta com várias atrações interplanetárias. Sonic e Tails vão investigar e acabam conhecendo Yacker, que vem de uma espécie de aliens conhecida como Wisps. Depois de várias tentativas de comunicação, eles descobrem que os Wisps foram sequestrados pelo Dr. Eggman, que planeja usar seus poderes para realizar seus planos malvados. O jogo deixa claro que é voltado para o público infantil, com diálogos que as crianças irão adorar, mas que simplesmente vão irritar os mais velhos. A narrativa é focada inteiramente no humor, trazendo sempre uma piada nova e deixando de lado o clima mais sério visto em jogos anteriores. Isso poderia ter sido uma boa adição, mas o humor é, em grande parte, infantil. Piadas sofríveis que parecem ter sido escritas por... mim estão presentes o tempo todo, e é mais provável que você acabe pulando as cutscenes à fim de evitar tamanha besteira. Sonic está extremamente convencido, de uma maneira irritante, e o jogo tem vários acontecimentos clichês, típicos de desenhos infantis. A narrativa, mesmo assim, é muito mais eficiente do que a da versão de DS, e é boa na maior parte do tempo. Não tem viagens ao passado, nem um roteiro desnecessariamente complicado, tampouco personagens secundários inúteis, e isso deve torná-la mais atrativa ao público que estava cansado desse tipo de coisa.
Na parte sonora, todos os personagens receberam novas vozes. A voz de Sonic está mais madura, e não combina muito com o personagem à primeira vista. Mas não demora muito para que você se acostume com ela e ache até mesmo normal. Vale ressaltar, porém, que a antiga voz combinava mais com o personagem, tanto que essa está recebendo bastante crítica por parte dos fãs. Tails, por sua vez, finalmente ganhou uma voz de garoto, que lhe cai como uma luva, e deixou de lado aquele tom infantilóide e feminino que sua antiga voz possuía - estava na hora, diga-se de passagem. Não temos muitas aparições especiais ao longo do jogo - de fato, não temos nenhuma - então os personagens principais fazem um trabalho ótimo com o que tem. Caso não goste das vozes americanas, pode ir no menu e trocar o áudio para japonês, colocando uma legenda na linguagem que preferir. Dificilmente você vai descobrir onde fica o escondido menu, mas fica a dica. Já nos cenários, a batida de rock que marcava os jogos anteriores foi tirada e agora dá lugar à músicas mais variadas, contando, inclusive, com a ajuda de uma orquestra. As músicas são boas - com exceção da música tema do jogo - e divertidas, combinam com as fases e não são chatas em sua maioria. Não chegam nem perto de ter a criatividade vista na era clássica, mas caem bem com o clima do jogo e, sem dúvida, se encaixam melhor do que qualquer batida de rock que temos visto nos últimos anos.
Sonic estimulando a obesidade infantil.
O jogo faz bonito na parte gráfica e traz cenários belíssimos que impressionam até mesmo quem está acostumado a jogar Xbox 360/PS3. Mesmo não conseguindo suportar a Hedgehog Engine (usada nas versões PS360, e que deu ao Unleashed seus belíssimos gráficos) o Wii não decepciona e traz algo igualmente belo e impressionante. O nível de detalhes que cada cenário possui é incrível e vai ser uma atividade à parte parar apenas para ficar observando-os. Como era de se esperar, é tudo muito colorido e bonito e cada novo cenário possui um visual único, que desperta curiosidade no jogador e o estimula à continuar jogando. As cutscenes têm gráficos in-game que são bons, embora a movimentação dos personagens pareça estranha algumas vezes e você consiga notar alguns serrilhados de vez em quando. Mas, para um console que toda semana recebe algum novo jogo de esporte tapa-buraco com gráficos que parecem ter saído de um PS1, pedir algo melhor do que isso seria pedir demais. Já é costume da SEGA sempre trazer belos gráficos e, dessa vez, ela não faz diferente. Sem dúvida um dos jogos mais belos do Wii, perdendo apenas para Super Mario Galaxy 2, que continua insuperável até o momento.
A inovação da vez está mesmo no gameplay. O jogo pega o que foi visto em Sonic Unleashed e aperfeiçoa, o gameplay está muito mais preciso e a maior parte do jogo acontece em visão lateral (2D). A velocidade foi diminuída e mais atenção foi dada às seções de plataforma, essenciais para um jogo que se diz platformer. Ele introduz os Wisps, aliens que dão diferentes poderes ao Sonic. Você pode voar, sair por aí destruindo tudo, virar um foguete e sair voando em direção ao céu, escavar o chão, entre outras coisas. Os poderes são divertidos e ajudam a liberar caminhos secretos, que não poderiam ser vistos sem os mesmos. Você vai liberando novos Wisps à medida em que passa o jogo, logo o fator replay se torna bem alto, pois você vai querer voltar nas fases anteriores para jogá-las novamente, dessa vez com novos poderes e novas possibilidades. Os cenários possuem uma variedade incrível e uma criatividade fora do comum, coisa rara de ser vista nos jogos atuais e até mesmo alguns elementos clássicos estão presentes e devem agradar jogadores de todos os gostos. Os controles respondem bem nas partes 2D e o jogo pode ser frustrante, mas é por falta de habilidade do jogador e não por controles ruins, como nos anteriores. Ele é, impressionantemente, divertido. Algo que estava faltando em outros jogos atuais e que é a chave de um jogo do gênero. Assim como a grande maioria de jogos do tipo, ele tem objetos escondidos pelas fases. Esses objetos são os Red Rings (anéis vermelhos, em tradução livre). Existem 180 Red Rings espalhados pelo jogo, e sempre que você pega um determinado número deles mais fases são abertas no Sonic Simulator. Pegue todos, passe todas as fases e conseguirá jogar com o poderoso Super Sonic, outro elemento que aumenta o fator replay. Ele também tem um modo multiplayer, onde dois Sonic's robôs (que podem ter a cabeça trocada pela do seu Mii) correm por cenários extremamente simples e curtos. O problema é que ele não funciona direito, pois dois Sonic's correndo ao mesmo tempo têm muita velocidade e exige que ambos os jogadores tenham muita habilidade com o personagem, o que geralmente não acontece. Ele pode se tornar divertido caso você tenha um amigo com experiência e tudo mais, mas geralmente quem pega o segundo controle é aquele cara que mal joga videogame e não sabe nem quem Sonic é, então as coisas ficam complicadas e o multiplayer se torna menos acessível. E não vá pensando que o jogo é perfeito, pois esse não é o único problema...
Alguns Wisps são inúteis, e dão habilidades que o Sonic já usava em jogos anteriores, como o boost ou o light dash. Outros simplesmente não tem graça nenhuma, como o Blue Cube. E, apesar da jogabilidade 2D ser uma maravilha, as partes 3D são defeituosas. O personagem parece escorregadio e de difícil controle, tornando comum que você sofra alguma morte desnecessária ao longo do caminho. Todos os chefes do jogo são repetidos, até mesmo o último, e extremamente fáceis. Você vai levar um bom tempo pra se acostumar com os controles e, ao jogar com o Wii Remote, muitas vezes ele não responde quando é preciso chacoalhar o controle pra ativar o Wisp, o que causa morte e frustração no jogador. O jogo é muito curto, podendo ser finalizado em cerca de 5 horas e, embora ele tenha muitas fases, a maioria termina muito rápido, em cerca de 2 minutos. O multiplayer está entre um dos piores já vistos e mostra que a SEGA ainda não entendeu como isso deve ser feito. O caminho certo não é com minigames, tampouco colocando dois Sonic's robôs juntos em uma só tela. O jogo é muito parecido com Mario Galaxy e chega até a ser uma cópia em certos momentos. E não, não é o tipo de cópia que consegue ultrapassar o produto original, infelizmente.
Corra, Sonic! Afinal, você só serve pra isso mesmo.
Sonic Colors é um jogo diferente. Copia muitas coisas já vistas anteriormente e tenta inovar. Consegue em partes e dá um pouco de vida para uma franquia que estava morrendo aos poucos. Não vai agradar à todos e ainda sofre de problemas vistos há 10 anos atrás, mas é um jogo acima da média se comparado com as atrocidades que a franquia tem visto. Se você estava esperando pelo retorno triunfal do ouriço, essa ainda não é a sua vez, mas sugiro que dê uma chance ao jogo mesmo assim. Existe um produto impressionante esperando para ser descoberto.
O Veredicto História: 7,5 - Boa, mas extremamente besta em alguns momentos. Poderia ter sido melhor aproveitada. Gráficos: 9,5 - Incríveis em todos os sentidos e algo raramente visto no Wii. Não fosse por Mario Galaxy, poderiam ser considerados os melhores do console. Som: 8 - Música nova e boa, mas a voz de Sonic está estranha e o tema principal ainda machuca meus ouvidos toda vez que toca quando ligo o videogame. Gameplay: 8,5 - Partes 2D mostram que têm potencial, mas velhos problemas de controles nas seções em 3D e alguns Wisps inúteis tiram qualquer chance que o jogo poderia ter de alcançar a perfeição. Nota final: 8.3 - Muito bom.Recomendado!
----
Confira um gameplay:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Olá amigos do Blog do Gamer, hoje estou de volta com mais uma análise de um remake, dessa vez é do jogo NBA Jam do Wii, mas que também está disponível para Xbox 360 e PS3. Curtam a análise, não se esqueçam de comentar e de clicar aqui para me ajudar em uma promoção. Confiram:
Gráficos - Os gráficos ficaram coloridos e vibrantes, com sombras e reflexos bem realistas e ao mesmo tempo deixando um ar cartunesco e nostálgico. Os jogadores ficaram bem parecidos, os uniformes ficaram bem feitos, assim como o estádio e a torcida. Os movimentos dos jogadores permaneceram intactos com relação ao game original, foram acrescentados apenas alguns efeitos que os deixaram com um visual melhor ainda. Nota: 9 - Cores vibrantes, visual meio cartunesco, jogadores com rostos e uniformes parecidos como são na vida real e movimentos originais com alguns efeitos acrescentados.
Som - Ah, quem não se lembra das clássicas frases que o narrador soltava ao longo de uma partida, Boomshakalaka é um ótimo exemplo de uma delas. Pois bem, elas estão de volta, e agora com um narrador com um estilo bem parecido com o do narrador da versão original. Sons de jogo como de arremesso, bloqueio, empurrão e outros estão presentes também. Mas conta com músicas de menu quase que idênticas. Nota: 8.5 - Consegue fazer alguns jogadores reviverem momentos nostálgicos de quando ficavam jogando horas e horas o seu SNES/MD em frente a televisão com seus amigos ouvindo um narrador "um pouco" maluco gritando com algumas jogadas. Um ponto negativo é que as músicas de menu estão quase que idênticas, ocorrendo pouca variação.
Gameplay - Como eu sempre gosto de começar falando sobre a jogabilidade, vamos lá! No jogo temos várias maneiras para se jogar. Nunchuk Style, onde usamos o analógico do nunchuk para mover o jogador, o botão A para passar a bola, o botão B para roubar a bola, o Z para usar o turbo e Z+B para empurrar os adversários, para arremessar e bloquear usamos movimentos no Wii Remote. Já no Wii Remote Style os comandos são mais simples e de fácil aprendizagem, setas controlam o jogador, A pede um passe, B aciona o turbo, 1 passa a bola e também pede para o jogador passar a bola e 2 arremessa e bloqueia, para empurrar os adversários usamos a combinação 1+2+B. Há também o Classic Controller Style, onde se usa o Classic Controller para jogar. Temos os modos: partida simples, campanha clássica (onde escolhemos um dentre os 30 times disponíveis e jogamos intensas 32 partidas contra times diferentes), Remix Tour (um modo onde jogamos partidas em determinadas regiões para conquistá-las), Remix Modes (Smash, Domination, Elimination, 21, Remix 2v2) e as Boss Battles que, como o próprio nome já diz, são as batalhas (ou partidas) contra os chefes. O jogo também conta com as já famosas Challenges, que são espécies de "títulos" que você vai conquistando, tais como ganhar cinco partidas na campanha clássica, ganhar uma partida 2v2 sem usar o shove (empurrão), entre outros. No total são 58 Challenges. No jogo temos 30 times com 3 jogadores cada , totalizando então, 90 jogadores. Nota: 9 - Conta com muitas maneiras e modos para se jogar, vários times para se escolher e Challenges para conquistar.
Comentários finais - NBA Jam está de volta depois de várias tentativas frustradas de voltar aos consoles. Conta com uma boa jogabilidade, que agrada desde o gamer mais antigo da série ao até mesmo o mais novato, gráficos melhorados e narração clássica. Nota: 8.8 - Foi bom a EA ter deixado de lançar NBA Elite 11 para lançar apenas NBA Jam neste final de ano, pois no quesito diversão familiar ou até mesmo diversão casual, esse dá um show em NBA 2K11.
-------------------------------------------------------------------------------- Como ainda não adquiri a minha placa de captura confiram abaixo um gameplay retirado do YouTube:
Dae manolada, tudo bem? Semana passada Sonic Colors (ou Colours) foi lançado na Europa. Depois de longas e árduas negociações com a SEGA, nós (leia-se “o grande Leonardo”) aqui do Blog do Gamer conseguimos uma cópia do jogo, terminamos e analisamos aqui, agora. Confira...se quiser, se não quiser, não confira:
Sonic ao lado da família Restart.
História – O jogo começa com uma CG, onde vemos Sonic e Tails indo para um parque de diversões interestelar criado por..Eggman. O bigodudo, aparentemente, virou um bom moço. Mas não demora muito para perceber que há algo maior por trás disso tudo: Eggman pretende usar os poderes dos Wisps, pequenos aliens (com aparição especial do carismático alienígena de Chicken Little) de outros planetas, que possuem grandes poderes, para acabar com Sonic, que, por sua vez, decide ir atrás de Eggman para acabar com seus planos, e conta com a ajuda dos Wisps. Ou algo assim. A história do jogo não é nem um pouco épica ou memorável, pra dizer a verdade. É o tipo de roteiro tapa-buraco feito apenas pra dizer que o jogo tem uma história (apesar de que não faria muita diferença se ele não tivesse). Não é tão infantil quanto a versão de Wii, mas tem sua própria cota de bizarrices e diálogos bregas. Ao contrário dos Rush’s anteriores, ele é contado por CG’s, assim como as de Wii, e não mais aqueles balões de diálogos (mas eles ainda estão no jogo). A história tenta ser simples e divertida, mas, sinceramente, um macaco teria feito um trabalho mais competente. Parece que a SEGA tem uma capacidade incrível de cagar no roteiro, sendo ele simples demais ou complicado demais. Salvo algumas aparições especiais, é completamente previsível e dispensável. Nota: 5 – Simples e falha, não é o tipo de história que prende o jogador na frente do portátil. Também não é o tipo de história simples, mas satisfatória. É o tipo de história que não serve pra nada.
Gráficos – Já jogou Sonic Rush? Então...é exatamente a mesma coisa. O modelo dos personagens, os cenários, enfim, o gráfico em si é igual. Visualmente não é nada impressionante, e chega a ser meio feio em alguns momentos. É preciso levar em consideração, porém, que estamos jogando em um Nintendo DS. Os gráficos ficaram aceitáveis, não é o tipo de coisa extremamente espetacular, nem o tipo de coisa que faça seus olhos arderem. A melhor parte do jogo fica mesmo com as CG’s, tiradas da versão de Wii. Está dentro dos limites do portátil, que, todos sabem, não é nenhum gigante em gráficos. Poderia ter sido melhor trabalhado, poderia ter sido criado do zero. Mas é mais fácil pegar tudo pronto e apenas re-utilizar, e foi isso que a SEGA fez. Claro, os modelos dos personagens estão bons, os cenários ficaram até legais, e o jogo até que tem alguns efeitos bons, mas não é o tipo de coisa que nunca foi vista antes, que vai explodir sua cabeça ou te deixar verdadeiramente impressionado. No mais, você verá o de sempre. E o de sempre já deixou de impressionar há muito tempo atrás. Nota: 7 – Bonitinho e ordinário, nada além disso. Para o DS está bom. Mas o problema fica claro quando temos que dizer "para o DS". É.
Oh mel dels, que chefe medonho! -n
Som - Sonic sempre é conhecido por ter uma boa trilha sonora. A SEGA consegue cagar em tudo, menos na trilha sonora. Sonic Colors é mais ou menos bom, mais ou menos ruim. Vamos fingir que a música tema do jogo não parece ter sido feita pela família Restart e que ela nunca esteve lá, ok. Os cenários possuem músicas boas, sim, mas nada além disso. São divertidas de ouvir, mas não tão fantásticas como as da era clássica - afinal, será que algum dia a SEGA conseguirá fazer algo no nível da era clássica? Tem umas sacadas boas, como quando você entra debaixo d'água e ela muda o ritmo, dando a impressão de que você está ouvindo-a debaixo d'água mesmo. Mas, assim como os gráficos, cumprem seu papel e nada mais. Os personagens, por sua vez, receberam vozes totalmente novas. Enquanto a do Tails melhorou, a de Sonic ficou bem mais madura e leva um bom tempo pra se acostumar. Felizmente, é algo que você mal vai ouvir, pois a maior parte da história é contada em balões, sem som. Os efeitos sonoros, em geral, são os mesmos utilizados em Sonic Rush. O som é bom, é legal. Mas nada que dê gosto e vontade de ouvir. Nota: 7,5 - Músicas legalzinhas, vozes aceitáveis. Participação especial de Pe Lanza cantando a música tema do jogo. I'm Gonna Reach For The Stars...
Gameplay - Well...enquanto a versão de Wii não é nada mais, nada menos que um Sonic Unleashed 1.5, a versão de DS não passa de um Sonic Rush 3. O gameplay é exatamente o mesmo: você corre loucamente por cenários dinâmicos, acabando com os inimigos que nem sequer oferecem resistência e termina o jogo se perguntando se você realmente jogou, porque tudo que tem que fazer pra finalizá-lo é segurar o botão de boost. Você pode correr - Ah vá, é mesmo? -, pular, usar o boost, deslizar (?) e usar os poderes dos Wisps, os aliens amigões da vizinhança. Ele é dividido em seis mundos, cada um com duas fases e uma luta contra um boss. É curto, e pode ser terminado em uma tarde até. Ele consegue, sim, ser um pouco divertido e até serve pra passar o tempo, mas não espere nada mais profundo do que isso. O gameplay é totalmente repetitivo e a impressão é de que todas as fases são as mesmas. E os chefes, por sua vez, são todos programados da mesma maneira, logo, se você matou um, saberá como matar todos os outros. As habilidades dos Wisps são legais e servem pra dar uma variada no gameplay, mas não demora muito para que se tornem chatas e desinteressantes. É o tipo de coisa que impressiona no início, mas que é usada tantas vezes que acaba tirando o interesse. O jogo também tem alguns special stages, muito parecidos com os de Sonic 2, mas infinitamente mais fáceis. Primeiro, não tem como perder neles, só se não pegar o número determinado de esferas. As outras esferas, que ficam no caminho e deveriam causar algum dano no personagem podem ser chutadas e, no fim, são irrelevantes. Os cenários são extremamente simples e fáceis e a única maneira de não conseguir a esmeralda é sendo cego ou tendo sérios problemas de coordenação motora. Além de tudo isso, o jogo tem algumas missões, que contam com a aparição de alguns personagens especiais como Cream, e...bem, vou ser sincero: só tive paciência pra jogar a da Cream mesmo. As missões incluem tarefas como salvar 30 Wisps ou terminar o cenário antes que o tempo acabe, mas nem preciso dizer que são desnecessárias e que muito dificilmente alguém realmente vai querer completá-las. O jogo também tem um modo Versus, que eu não tive vontade de testar, e alguns extras, como imagens e todo o resto. Começa divertido, logo envelhece e é deixado de lado. Nota: 8 - Funciona direito e começa divertido, mas perde o gás ao longo do caminho. Poderia ter sido melhor aproveitado e poderia ser mais original. Em suma, é um Sonic Rush com grandes melhorias, não que isso seja grande coisa.
Olha, Sonic Rus-- OH WAIT
Comentários finais - Sonic Colors é um passo no caminho certo - um passo muito curto -, mas que termina muito rápido e que poderia ter sido melhor aproveitado. É o tipo de jogo legal pra pegar e passar a tarde, mas nada além disso. Curto, repetitivo e lotado de missões idiotas, não é, nem de longe, o "retorno" tão esperado do ouriço. É melhor do que Sonic 4... Assim como qualquer outro jogo da face da Terra. Há! Nota: 6.8 - É ruim, sim. Mas ao menos funciona direito, se isso vale de alguma coisa.
-----
Gameplay do jogo:
Gostou? Gostaria de ver algum jogo analisado aqui? Comente!
Fala galerinha ligada aqui no Blog do Gamer, como vocês já puderam perceber hoje é dia de mais uma análise minha e o jogo analisado da vez é o remake do clássico do Nintendo 64: GoldenEye 007 para NintendoWii, que também tem sua versão para o NintendoDS. Curtam a análise e não se esqueçam de comentar!
Bond agora está mais moderno, até tem seu MP20 com câmera de 15 megapixels
História - Basicamente, a história do game continua a mesma com exceção do protagonista.. O quê?! Quer dizer então que James Bond não está no jogo? É claro que não, Bond continua em GoldenEye, a diferença é que agora para o game se tornar um pouco mais atual, foi decidido que no lugar de PierceBrosnan (ator que interpretou James Bond na época) o protagonista terá o rosto e a voz de Daniel Craig, o atual 007. Sem falar que agora Bond usa um telefone celular de última geração para escanear fotos e documentos importantes e se comunicar com o quartel-general. Toda a história do jogo é contada por cutscenes muito bem feitas, onde até aqueles que não assistiram o filme de 1995 ou jogaram o GE original conseguirão entender claramente. Nota: 9.4 - Dessa vez a história é muito bem contada por cutscenes seguindo a história do filme. As diferenças ficam para o protagonista, que agora não é mais PierceBrosnan e sim Daniel Craig, e também para o telefone celular que Bond usa para escanear fotos e documentos, talvez seja um dos únicos jogos baseados em filme que realmente mereça respeito.
Gráficos - Passados quase 15 anos depois do game original, mesmo alguns discordando, os gráficos precisavam de ser atualizados e essa é uma diferença básica ao jogar o game pela primeira vez, parece que a Eurocom trabalhou bastante quanto a isso e os gráficos ficaram sensacionais. Armas, cenários, personagens e objetos ficaram muito bem feitos e mesmo mantendo o estilo do game original ainda deixam um tom muito mais realista. O único contra nos gráficos é que em situações muito agitadas, tanto o cenário quanto alguns personagens sofrem uma pequena perda de qualidade, mas não é nada que faz os gráficos deslumbrantes de GoldenEye 007 perderem o brilho. Nota: 8.3 - Os gráficos receberam uma melhora notável, tanto armas quanto os cenários e personagem ganharam visuais incríveis. O único ruim disso tudo é que mesmo tendo gráficos bons, em horas muito agitadas eles perdem a qualidade.
Vire-se para trás e sofrerá as consequências, Bond.
Som - A dublagem em geral ficou muito boa, até porque no game original não existia bem uma dublagem pois a história em si não era contada por cutscenes que meio que "exigem" vozes dos personagens.. enfim, PierceBrosnan fez a dublagem de Bond e outros dubladores fizeram a dublagem de outros personagens que você encontra no decorrer do jogo (como Alec e Natalya). Já as clássicas músicas que compõem a trilha sonora original estão de volta com uma qualidade muito melhor do que no Nintendo 64, pode até não ser notável para alguns, mas para outros pode ser totalmente nostálgica e envolvente. Os sons de tiros e explosões ficaram realmente fantásticos, novamente dando um ar muito realista ao jogo. Nota: 9 - Excelente trilha sonora que deixa um ar nostálgico e dubladores que combinam muito com os personagens, com exceção de Bond é claro, que é dublado pelo próprio atoratual: Daniel Craig.
Gameplay - Para ninguém reclamar da jogabilidade, o jogo oferece várias combinações para se jogar, o jogador pode escolher por jogar com WiiRemote + Nunchuk, WiiZapper, ClassicController ou com o controle do Game Cube. Jogando com a combinação WiiRemote + Nunchuk, para quem não está acostumado com os shooters do Wii, no começo pode ser um pouco estranho jogar sem o acessório WiiZapper, mas com menos de meia hora já dá para se acostumar e já sair dando headshot's. No jogos temos o modo história e o modo Multiplayer que, diga-se de passagem é o mais divertido. Nele podemos jogar de 1-4 pessoas com a tela dividida, caso seja uma partida com três pessoas, o jogador de número um fica com a tela do mesmo tamanho das outras, mas centralizada na metade de cima da TV, e também podemos jogar de 1-8 pessoas online que, no final de cada partida o jogo dá um monte de estatísticas, tais como o mais letal, quem jogou mais granadas, etc. Sem falar também da volta da famosa opção de trapaças. Nota: 9.2 - Conta com diversas combinações para se jogar e com dois modos de jogo. Com destaque para o Multiplayer que está de volta com alto estilo podendo jogar tanto offline (de 1 até 4 jogadores com a clássica tela dividida) quanto online (de 1 até 8 jogadores), diversão garantida jogando offline e/ou online.
Experimente jogar com o ClassicController Pro dourado e deixe com inveja qualquer dono de um ClassicController comum
Comentários finais - Bond volta com estilo nesse clássico remake do Nintendo 64, que deixa no chinelo qualquer CallofDuty ou Battlefield de Xbox 360/PS3, oferecendo várias combinações para se jogar e com gráficos e sons muito bem feitos. Nota: 8.9- Não se tente enganar que a Activisiondestruiria um dos maiores clássicos da Nintendo pois esse jogo consegue oferecer a mesma (se não melhor) diversão que o original oferecia. Agora basta chamar seus amigos para jogar em sua casa.. caso não tenha amigos não há com o que se preocupar, basta jogar online com até 8 pessoas. ;D